Mar Vermelho

 

 

Entre as histórias bíblicas mais famosas está a travessia do mar vermelho.

 

 

Essa história é conhecida não apenas por seguidores do cristianismo, como também por meio da história, já que a fuga dos

Hebreus do Egito para a terra prometida é conhecida historicamente, e foi exatamente nessa fuga que os Hebreus atravessaram o mar vermelho. É uma história que acima de tudo envolve muita fé, já que segundo relato bíblico as águas do mar vermelho se abriram para a passagem dos Hebreus.

 


 

Liderados por Moisés, os Hebreus atravessaram o mar vermelho sem maiores problemas. Moisés é muito conhecido por ser um homem de fé, que tirou o povo de Deus da escravidão e os guiou a caminho da terra prometida, como foi ordenado por Deus.

 

 

É uma bela história de fé, que nos dá ainda mais certeza do poder tremendo e maravilhoso de Deus, que possibilitou a travessia do mar vermelho.

 

 

 Um documentário produzido pelo professor de hebraico antigo e arqueólogo Michel Rood, traz revelações em vídeo sobre o relato bíblico da travessia do Mar Vermelho, descrito no Livro do Êxodos.

 

O trabalho da equipe do professor Rood (foto) esteve por um longo período investigando as informações contidas no Livro do Êxodos e  se deslocaram ao ponto mais próximo de onde se deu a travessia do Mar Vermelho e começaram a explorar o local procurando evidências.

 

 

 Com equipamento subaquático fizeram imagens do fundo do mar e se depararam com formações de corais que se assemelhavam com as rodas das carruagens egípcias, como também vestígios de ossos envoltos em corais e outros artefatos que dão veracidade a passagem bíblica.

 

 

O professor Michel Rood diz que muitos não acreditam nas revelações feita através do documentário, religiosos modernos questionam a veracidade, especialistas afirmam que o local pesquisado esta errado.

 

Mas as imagens captadas em vídeo, as evidências arqueológicas e cientificas que ficaram preservadas em corais e pedras comprovam a passagem descrita na Bíblia e fica testificado para um nova geração que a travessia do Mar Vermelho como relatada na Bíblia verdadeiramente aconteceu. 

 

Conforme afirma o Road o exército que perseguiu o povo de Deus tinha por volta de 20.000 carruagens e as mesmas foram destruídas naquele dia.

 

 

40 ANOS NO DESERTO



 As peregrinações que os filhos de Israel realizaram, marchando desde o Egito até à terra de Canaã, foram uma escola importante para sua instrução.

 Foi em Ramessés que principiou a marcha dos israelitas. O caminho direto deste lugar para Canaã teria sido pela terra dos filisteus, ao norte dos lagos Amargos, e ao longo da orla setentrional do deserto de Sur.

 

 

Todavia, essa direção foi-lhes proibida (Ex 13.17,18); e por isso, depois de por certo tempo tomarem o rumo oriental, prosseguiram para o sul, exultando certamente com isso o Faraó, porque julgava assim em seu poder. Acamparam a primeira noite em Sucote, que não devia ter sido longe de Ramessés. Pela segunda tarde chegaram à orla do deserto, em Etã. Provavelmente agora deviam ter seguido para o Oriente, mas foi-lhes ordenado que "retrocedam e que acampem defronte de Pi-Hairote, entre Migdol e o mar, diante de Baat-Zefom" (Ex 14.2); era um estreito desfiladeiro, perto da costa ocidental do Golfo, entre os montes que guarnecem o mar e uma pequena baia ao sul. Ficavam deste modo "desorientados na terra".

 

 

Esse movimento teve o efeito  de atrair o Faraó, para junto deles; e o desígnio de alterar desta forma a linha da sua marcha foi revelada a Moisés (Ex 14.17). Os egípcios aproximaram-se dos israelitas quando estes estavam acampados diante do braço ocidental do mar Vermelho. Como, quer na extensão, quer na profundidade do golfo de Suez, se operou uma notável mudança  no decorrer destes últimos trezentos anos, em virtude duma grande acumulação de areia, é por esta razão impossível determinar o lugar onde os israelitas atravessaram. Eles passaram pelo mar  em seco para o lado oriental, perto do sítio agora chamado Ayun Musa (poços de Moisés), principiando aqui o deserto de Sur (Ex 15.22), ou o deserto de Etã (Nm 33.8). Estas duas expressões de aplicam à parte superior do deserto; este deserto estende-se desde o Egito até à praia oriental do mar Vermelho, e alarga-se para o Norte até à Palestina.

 

 

O caminho que os israelitas tomaram é uma larga vereda pedregosa, entre as montanhas e a costa, na qual correm no inverno vários ribeiros, que nascem nos montes. Nesta ocasião tudo devia estar seco. O lugar onde primeiramente estacionaram foi Mara (amargo), onde foi operado o  milagre de se tornar doce a água amarga (Ex 15.23-25). O sítio onde isto aconteceu é, provavelmente, Ain Hawara, perto do riacho, chamado Wady Amarah, que tem a mesma significação de Mara.

 

 

A seguinte estação foi Elim, "onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras" (Ex 15.27); este sítio fixado por Niebhr e Burckhardt no vale onde corre  Ghurundel, que é a maior de todas as correntes, no lado ocidental da península. Este vale contém agora tamareiras, tamargueiras, e acácias de diferentes espécies. Obtém-se aqui água em abundância, cavando poços; há, também, uma copiosa nascente, com um pequeno regato. Chegaram depois os israelitas ao deserto de Sim, "entre Elim e Sinai" (Ex 16.1), no sopé da escarpada cumeeira de et-Tih,  um nome que significa "divagação"; é "um deserto medonho, quase inteiramente destituído de vegetação". Foi logo depois de terem entrado neste deserto que os israelitas obtiveram miraculosa provisão de codornizes e de maná. Os estudiosos supõe que eles tomaram em seguida a direção do sueste, marchando para a cordilheira do Sinai.

 

 

Neste caso, a sua passagem teria sido pelo extenso vale, a que os árabes chamam Wady Feiran. Passaram depois por Dofca e Alus. O vale Feiran é o sítio mais fértil de toda a região; e é aqui que devemos procurar Refidim, onde pela primeira vez foram atacados (Ex 17.8-13). Jetro, sogro de Moisés, também o visitou em Refidim; e pelo seu conselho foram nomeados juízes para ajudar o chefe israelita na ação judicial (Ex 18). E aqui, entre elevados picos, estava a rocha que, por mandado de Deus, foi ferida por Moisés, saindo dela depois abundância de água. Em seguida fizeram seu acampamento no ermo do Sinai, onde o Todo-Poderoso revelou à multidão a Sua vontade por meio de Moisés; foi dado o Decálogo (dez mandamentos) ao homem, e foi estabelecido o Pacto (Ex 20.1-17; 24.7,8). Neste deserto também se deu o caso do culto prestado ao bezerro de ouro, e a enumeração do povo, e a construção do Tabernáculo; além disso, Arão e seus filhos foram consagrados, celebrou-se a segunda Páscoa, e morreram Nadabe e Abiú por terem oferecido fogo estranho ao Senhor.

 


O monte, onde a Lei foi dada, chama-se Horebe no Deuteronômio, e Sinai nos outros livros do Pentateuco (5 livros: Gn, Ex, Lv, Nm e Dt). Provavelmente o primeiro nome designa todo o território, e o outro simplesmente a montanha, onde foi revelada a Lei.
Permaneceram os israelitas no deserto do Sinai um ano  aproximadamente, aparecendo de novo o sinal para a partida. Desde então as suas marchas e acampamentos foram sempre dirigidos pelo Senhor. Uma nuvem, que manifestava a Sua presença, cobria o tabernáculo de dia, e à tarde estava sobre o tabernáculo uma aparência de fogo até à manhã" (Nm 9.15). O levantar da nuvem era sinal de avançar, caminhando eles após ela; e, quando parava a nuvem sobre o tabernáculo, queria isso dizer que deviam acampar de novo. As suposições, são que eles passaram para o norte, ao longo do Wady esh-Sheikh, entrando numa grande planície chamada el-Hadharah, na qual estava Taberá, nome que significa "incêndio", e que lhe foi dado em virtude de ser ali destruído pelo fogo, que caiu do céu, num certo número de israelitas insurgentes (Nm 11.1-3).

 

 

A estação seguinte foi Quibrote-Taavá, ou os "sepulcros da concupiscência" (Nm 11.34; 33.16).

De Quibrote marcharam para Hazerote onde ocorreu a sedição de Miriã e Arão (Nm 12).

As estações nesta parte do deserto foram Ritmá, Rimom-Perez, Libna e Cades-Barneia, sendo alcançado provavelmente este último lugar pelo mês de junho mais ou menos.

 Quando se aproximava da Terra Prometida, foram mandados alguns espias (espiões) para a examinarem; mas, quando voltaram, as suas informações foram de tal modo aterrorizadores que o povo se revoltou; e por esta razão os hebreus tiveram de errar no deserto pelo espaço de quarenta anos.

 Saindo os israelitas de Cades-Barneia, depois da sua segunda visita, em que houve a provocação ao Senhor nas águas de Meribá, vieram eles até ao monte de Hor, perto de Petra, onde morreu Arão.

 

 

Esse monte, verdadeiro trono de desolação, consta de quebradas, de ruínas e de escuras profundidades. Os árabes chamam-lhe Jebel Neby Hayran, que quer dizer: o "monte do profeta Arão"; e ainda hoje, quando uma caravana oriental avista seu cume, sacrifica um cordeiro em memória daquele grande sacerdote. Passando pelo Wadi Arabah (provavelmente o "deserto de Zin") para Eziom-Geber (da segunda vez) e Elate, o povo chegou ao golfo oriental do mar Vermelho, e voltou para o norte pelo deserto oriental da Arábia. Neste lugar existe um grande desfiladeiro, vindo do nordeste através das montanhas, constituindo a principal passagem no Wadi Arabá para o deserto.

 

 

A ascensão dos israelitas foi, sem dúvida por esta estreita passagem, quando de desviaram do mar Vermelho, e voltaram aos territórios de Edom. Nesta ocasião o povo estava muito desanimado por causa do caminho, e murmurou conta Deus e contra Moisés.

 

 

As suas murmurações foram castigadas, aparecendo entre eles umas serpentes ardentes, cujas mordeduras produziam a morte; mas, por mandado do Senhor, foi levantada uma serpente de bronze, sendo curados os que para ela olhavam com fé. Prosseguiram  depois a sua viagem pelas faldas orientais das montanhas de Seir.

 

 

Os edomitas que primeiramente lhes haviam recusado a passagem pela sua terra, agora consentiam, fornecendo-lhes também alimentos para o seu caminho (Dt 2.3-6).

Nada se sabe  das suas passagens até que chegaram a Zerede, um pequeno ribeiro que corre pelas montanhas até à extremidade ocidental do mar Morto.

E partindo daquele Sítio "acamparam-se na outra margem de Arnom, que... é o termo de Moabe, entre Moabre e os Amorreus" (Nm 21.13).

E dali se dirigiram para Beer, ou Beer-Elim, o poço dos nobres do povo, onde vendo que estavam quase chegados ao fim do deserto, e na perspectiva duma rápida entrada na Terra Prometida, entoaram o "cântico do poço" (Nm 21.17,18).


 

Os israelitas, após este acontecimento, desbarataram o seu terrível inimigo Seom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom, e cujos territórios se estendiam ao longo das praias do mar Morto, e pelo vale oriental do Jordão até ao rio Jaboque. Saindo vitoriosos na guerra contra Ogue, que ganhara os territórios ao oriente do mar da Galiléia, os israelitas apoderaram-se da parte oriental do vale do Jordão.

 

 

Estas terras conquistadas, sendo boas para pastagens, foram cedidas às tribos de rúben e Gade, e à meia tribo de Manassés, que tinha muito gado; mas foi com a condição de auxiliarem as outras tribos na sua conquista de Canaã, ao ocidente do Jordão (Nm 32; Dt 3.8-20; Js 1.12-18). E por este motivo a seguinte estação foi chamada Dibom-gade, para distinguir de outra Dibom pertencente aos rubenitas (Js 13.17).

 

 

 As ruínas desta povoação, com o nome de Dibom, vêem-se cerca de seis quilômetros ao norte do rio Arnom. Deste lugar caminharam para Almom-Diblatain ou Diblataim, de onde seguiram para as serras de Abarim, em frente do monte Nebo. Finalmente acamparam perto do Jordão, desde Bete-Jesimote até Bete-Sitim, em frente de Jericó (Nm 33.49).  E assim terminou uma jornada de quarenta anos, atravessando principalmente lugares desertos, viagem que podia ter-s efetuado nalgumas semanas.

 

O Milagre da Travessia do Mar Vermelho

 

 

A abertura do Mar Vermelho constituiu-se num bem permanente na vida do povo. Era um referencial de fé.  Quando o povo se enfraquecia, lembrava-se daqueles dias, em que Deus proveu a salvação e o livramento.

 

 

 (Sl 106:9-11, 21 ,22; 81; 77:10-11).  Ainda hoje, a lembrança do que Deus fez no passado pode levantar o ânimo nos momentos de abatimentos.  O ser humano bem depressa esquece os bons momentos e lembra-se sempre dos maus.  O sentimento de culpa é universal e está sempre presente na mente do homem.



É difícil tomarmos posse das bênçãos prometidas.

 

 

A primeira citação sobre o Mar Vermelho, que aparece na bíblia, ocorre em Ex 13:18 - "Vaisêv Elo-kin et-haan déréch hamidbar YAN SUF; vachamushim alú benei Israel meérets Mistraim" , assim está no hebraico, e que traduzido lemos:  "Porém Deus fez o povo circular pelo caminho do deserto próximo (do) Yan Suf (Mar Vermelho). E os filhos de Israel subiram armados da terra do Egito".

 

  O Mar Vermelho é também traduzido por alguns como o Mar dos Juncos, que é uma espécie de cana que nasce sobre as águas.  O Mar Vermelho é um golfo do Oceano Índico entre a África e a Ásia e ao sul, o ele se comunica com o oceano Índico pelo estreito de Bab el Mandeb e o golfo de Áden.  Ao norte se encontram a península do Sinai, o golfo de Aqaba e o canal de Suez que permite a comunicação com o Mar Mediterrâneo.  O Mar Vermelho tem aproximadamente o comprimento de 1900 km, e a 300 km de largura, também chegando a uma profundidade máxima de 2500 metros na área central. Suas águas têm inúmeras espécies de vidas aquáticas.
Este é o local que Deus usou para mostrar ao mundo e a todas as gerações vindouras que Ele tem poder para livrar seus filhos ainda existem ateus e pessoas que ignorem seu poder e sua existência.
Mas para que isso acontecesse foi necessária a presença de um homem que também se tornou um ícone na história do povo de Deus, e que é para os Judeus um dos sete pastores de Israel, também o maior profeta da História dos Judeus. Seu nome é Moisés, ou Moshê Rabênu, que significa "tirado das águas".  No grande episódio da travessia do mar vermelho (Ex 14,1-31), quando Deus se manifestou mandando um forte vento soprar contra as águas do mar permitindo que elas se abrissem, formando então gigantescas colunas laterais de águas, permitindo assim deste modo dar passagem ao povo de Israel.

Ele de uma só vez extermina, arrasa os Egípcios, pois permite que o exército do Faraó com suas modernas carruagens de guerra adentrem ao mar aberto e em um piscar de olhos ordena que as águas se fechem, acabando de vez com a arrogância e a prepotência do grande e temido Faraó.  Deus destruiu todo o mal em uma única ação, afundou o mal no próprio mal, o Faraó bebeu então de seu próprio veneno.
Podemos imaginar facilmente hoje como Cristão, que tal episódio fora sem dúvidas um grande milagre, uma manifestação divina, celestial.
Os grandes cientistas tentam nos dias atuais desvendar, dar explicações para este grande ministério, mas não chegam a lugar algum, com a mesma precisão do que com os relatos bíblicos chegam.
Deus tinha um propósito na vida daquelas pessoas da mesma forma que também nas nossas vidas e Ele está pronto a todo o instante para nos livrar das mãos dos nossos inimigos, só depende de nós mesmos.

Fica aqui um grande questionamento, será que este povo na hora do extremo desespero clamou por proteção e salvação a Deus? Sem nenhuma dúvida acredito que sim, pois o clamor foi tão forte naquele momento que Deus veio em seus auxílios, que já não tinham mais nenhuma esperança de sobreviverem, pois estavam todos de um lado encurralados pelo grande exército do Faraó, de outro lado o terrível Mar Vermelho, Deus usou Moises por ser ele um homem de fé, bom e justo, Deus também quer nos usar para seus projetos de vida, mas para que isso ocorra devemos dar um sim espontaneamente a Ele, nada deve ser feito forçosamente, mas sim naturalmente. Deus nos conhece a fundo e sabe das nossas necessidades.

 

 

O MILAGRE

 

 

Milagre é algo que o homem não pode fazer e nem pode explicar. Então milagre só é possível se Deus estiver em no negócio.
E hoje "Deus entrou no negócio de nossas vidas". Se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e se converter de seus maus caminhos, e buscar a minha face; então Eu ouvirei do céu, perdoarei seus pecados e sararei sua terra (I Cr-7:14).Deus sempre cumpriu a palavra que Ele mesmo disse e um milagre só vai acontecer em nossas vidas se atentarmos para o que Ele disse.O IMPOSSÍVEL vai acontecer, todo mau vai ter que sair. O Deus de milagres chegou para realizar aquilo que ninguém acreditava que pudesse acontecer em sua vida, pois Ele não mudou e nunca vai mudar, e é isso que está disponível para você neste exato momento, receba em nome de Jesus de Nazaré.

 

 

O Mar Vermelho pode ter sido dividido pelo vento

 

 

A famosa passagem da Bíblia onde Moisés divide o Mar Vermelho pode ter sido real, segundo simulações feitas em computadores.

A história do Livro do Êxodo diz que os judeus estavam fugindo do Egito, liderados por Moisés, e com o exército do Faraó em seu encalço.

Moisés ergue seu cajado e divide o Mar Vermelho, para que os judeus pudessem passar pelo meio das águas. Quando o exército do faraó tenta perseguí-los, a água do mar cai sobre os soldados, fazendo com que os judeus ficassem a salvo.

 Agora simulações feitas por cientistas americanos mostram que uma espécie de ponte poderia ter sido aberta em um determinado local do Mar Vermelho, ajudando os judeus a atravessarem as águas em segurança.

 As pesquisas mostram que um vento leste forte poderia ter empurrado a água para um local onde um rio desaguava em uma lagoa. Com a água sendo empurrada para dois lados (para o natural e pelo vento leste) uma ponte seria aberta e pessoas poderiam atravessar em segurança.


 

Assim que o vento parasse, a água voltaria ao seu lugar original.
 


 

Segundo um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo, Carl Drews, do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica dos EUA, a simulação bate com a situação apresentada pelo Livro do Êxodo – desde que um vento leste forte tenha soprado durante algum tempo.  Outros cientistas já tentaram explicar esse milagre de Moisés. Outra hipótese levantada é de que um tsunami tenha feito as águas se retraírem e voltarem rapidamente, mas nada foi comprovado

 

 

Por que existe ceticismo no mundo?

 

 

Para a conversão de minha família, o Senhor curou meu pai após um grave acidente que ele sofreu, e depois disso curou minha mãe de um enfisema pulmonar, em um espaço de pouco mais de um ano. Entretanto, entendo que existem pessoas que, motivadas por causas diversas, deixaram de acreditar em atos miraculosos.
Alguns perderam sua fé após sofrerem traumas em sua vida. Outros, por decepções religiosas. Há alguns que deixaram de crer porque foram manipulados por “falsos líderes” e ainda há aqueles que não crêem porque crer em milagres implica crer em Deus e parece que a cada ano isso tem perdido a importância em nossa sociedade.
O ceticismo tem ampliado o número de adeptos, e mesmo hoje muitos cristãos perderam a fé na pureza do evangelho que promete que sinais acompanhariam a comunidade de fiéis.

 

 

Dois milagres que sustentam o cristianismo

 

 

Não podemos jamais ignorar que a religião cristã é uma fé em milagres sobrenaturais de Deus. Ao longo da história humana, o Senhor realizou atos poderosos para poder preparar o mundo para a manifestação de Jesus Cristo.  Podemos ler no Antigo Testamento sobre coisas incríveis, como a abertura do mar Vermelho ou a queda das muralhas de Jericó.
Entretanto, estas obras não se comparam com dois milagres que sustentam o cristianismo: são eles o nascimento virginal de Cristo (o qual chamamos de encarnação) e Sua ressurreição dentre os mortos.
Além de confirmarem que Jesus É o Messias, eles nos mostram o triunfo de Deus sobre as leis naturais e sobre a própria morte, amém!

 

 

Estudo realizado por Pastor Rogério Costa

Caxias do Sul – 30/06/14

 

Ministério Igualdade Independente

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Projeto Plantar

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leitura

Data: 21/11/2014 | De: Sônia

Muito me edificou essa leitura sobre as Escrituras Sageradas no Antigo Testamento. Glórias a Deus por isso.

Re:leitura

Data: 03/09/2015 | De: Pastor Rogério Costa

Amém, obrigado pela confiança e preferencia. Deus a abençoe.

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