Os 144 mil

 

 

Obs:  Para melhor informar sobre este Importante assunto, os 144 mil... selecionei alguns estudos em videos, só seguir até o fundo deste estudo.  Obrigado.

 

 

 

Quem são os 144 mil de Apocalipse 14?

 

Em Apocalipse 14 encontramos uma estrutura proléptica, na qual primeiro é descrito o grupo dos 144 mil (versos 1-5), para então serem mencionadas as três mensagens angélicas responsáveis pela origem desse grupo (versos 6-12).

Tanto a proclamação das mensagens quanto a formação do grupo são descritas como ocorrendo no período final da história humana, que antecede a segunda vinda de Cristo e o juízo final (versos 14-20).

Nesse contexto, os 144 mil aparecem como a última geração dos verdadeiros adoradores de Deus (verso 7), que “guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus” (verso 12), em contraste com aqueles que adoram “a besta e a sua imagem” e recebem “a sua marca na fronte ou sobre a mão” (versos 9-11).

O fato de Apocalipse 7:1-8 mencionar o mesmo grupo de 144 mil como sendo formado “de todas as tribos dos filhos de Israel” (verso 4) tem levado alguns comentaristas a sugerir que esse grupo será formado por judeus literais, em cumprimento a certas promessas do Antigo Testamento para com a nação de Israel.

 Essa interpretação carece, no entanto, de base bíblica e de fundamentação histórica, pois

 (1) as tribos mencionadas em Apocalipse 7:1-8 não são exatamente as mesmas que aparecem na promessa de Ezequiel 48:1-8, 23-29 (ver também Gn 49:1-28);

(2) seria praticamente impossível reunir ainda hoje “doze mil pessoas de cada tribo de Israel, uma vez que tais distinções tribais desapareceram quase que em sua totalidade, devido à deportação compulsória e miscigenação das tribos do norte (ver II Rs 17); e

(3) no Novo Testamento a salvação “em Cristo” desfaz toda e qualquer distinção étnica (ver Gl 3:26-29).

Diante disso, somos levados à conclusão de que os 144 mil serão formados pela última geração do povo remanescente de Deus, também chamado de Israel espiritual (ver Rm 9:6-8; I Pe 2:9 e 10).

Uma vez que as doze tribos de Apocalipse 7 devem ser interpretadas simbolicamente, surge a indagação: podemos entender o seu número como literal?

 Embora alguns comentaristas o façam, existe uma forte tendência de ver nessa multiplicação de 12 vezes 12.000 (= 144.000) apenas um símbolo da totalidade de componentes da última geração dos salvos que estarão vivos por ocasião da volta de Cristo.

 

 

QUEM SÃO OS 144 MIL?

 

 

É e um número simbólico ou literal?

São os Judeus que se converterão em nº de 144 mil?

Será alguma religião em particular?

Vamos à Bíblia:

Características do 144 mil

 

1) Eles são Selados

Em Apoc. 14:1 lemos: “Olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o monte Sião, e com Ele 144 mil, tendo na fronte escrito o seu nome e o nome de seu Pai.”

O apóstolo João olhou, e viu o Cordeiro. Esta palavra aparece 30 vezes no Apocalipse, e naturalmente se refere a Cristo.

E logo a seguir, nós temos os 144.000. E a primeira característica nós vemos aqui: Eles têm nas suas testas, nas suas frontes gravado o nome de Deus e o nome de Jesus Cristo. E o Seu nome é YAHWEH ou Javé. Eles são selados Eles foram escolhidos para receberem o selo de Deus. Nem todos serão selados; somente os 144 MIL.

Apo. 7:1-4 diz: "Depois disto, vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, conservando seguros os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma. Vi outro anjo que subia do nascente do sol, tendo o selo do Deus vivo, e clamou em grande voz aos quatro anjos, aqueles aos quais fora dado fazer dano à terra e ao mar, dizendo: Não danifiqueis nem a terra, nem o mar, nem as árvores, até selarmos na fronte os servos do nosso Deus. Então, ouvi o número dos que foram selados, que era cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel:" De cada tribo, foram selados doze mil

Primeiros Escritos, pág. 16 – "Ali, sobre o mar de vidro, os 144.000 ficaram em quadrado perfeito."

Se tomamos a calculadora e tiramos a raiz quadrada de 144.000, veremos que esse número não tem quadrado perfeito. E isto indica, consequentemente, que este é um número muito mais abarcante do que 144.000. Há um número exacto na raiz quadrada de 144 que é 12; mas quando nós o multiplicamos por 1.000, nós temos o número das multidões, portanto, é um número perfeito, mas ainda indefinido. Consequentemente, nós temos os 144.000 como símbolo de um número mais abarcante do que o próprio número.

Quem são eles? Os 144.000 são os escolhidos que serão selados, representados por um número simbólico indefinido, maior do que ele mesmo, que só Deus conhecia.

 

2) Aprenderão o Cântico de Moisés

Lemos em Apo. 14: 2 e 3: "Ouvi uma voz do céu como voz de muitas águas, como voz de grande trovão; também a voz que ouvi era como de harpistas quando tangem a sua harpa.Entoavam novo cântico diante do trono, diante dos quatro seres viventes e dos anciãos. E ninguém pôde aprender o cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra."

Apoc. 15: 3: "E entoavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e admiráveis são as tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações!"

Qual é o seu cântico? O que significa o cântico de Moisés e o cântico do Cordeiro? Para sabermos o seu significado, precisamos lembrar a história do povo de Deus no passado quando estavam saindo do Egito.

O povo de Israel se encontrava encurralado cantou um hino

E então Moisés respondeu: "Aquietai-vos e vede o livramento do Senhor. (Êxo. 14:13). Mas Moisés foi até Deus: "Senhor, e agora, o que é que vamos fazer? Então disse Deus: "Por que clamas a Mim?", Moisés. "Dize ao povo que marche." (v. 15). E deu instruções para Moisés usar a sua vara nas águas (v. 16). E as águas do mar se abriram (v. 21) e o povo de Israel passou em seco (v. 22), atravessando o mar por uma intervenção miraculosa de Deus. Então, Moisés cantou um hino de louvor a Deus (em Êxo. 15).

Os 144.000 passarão pela mais terrível tribulação de todos os séculos; no entanto, no momento mais difícil eles serão libertados. No momento de maior aperto com os exércitos inimigos apontando as suas armas, quando estiverem encurralados eles serão libertos. Então, hão de cantar o cântico da sua própria experiência, que ninguém pode aprender, porque só eles passaram por essa tribulação, e só eles podem entoar o cântico do livramento – o cântico do Cordeiro.

 

 3) São Fiéis

Apocalipse 14: 4 diz: “São estes os que não se macularam com mulheres, porque são castos”

Naturalmente, você está lembrado de que no Apocalipse, mulheres são símbolos de igrejas. Em Apocalipse 12 vemos uma virgem pura que representa a Igreja verdadeira; e no capítulo 17, uma meretriz que representa a igreja apostatada, mãe de todas as igrejas falsas. E aqui (Apoc. 14:4) nós temos "as mulheres" representando todas as igrejas apostatadas. Os 144.000 tem fidelidade, fidelidade à verdade: eles não se macularam com as doutrinas falsas das igrejas que seguem a apostasia da Babilónia.

Se Deus não leva em conta o tempo de ignorância, " (Atos 17:30), logo Deu considera seus filhos a partir do baptismo.

Os 144.000 são aqueles que são fiéis à verdade de Deus, revelada à Igreja Verdadeira e que não se contaminaram com o vinho das falsidades de Babilónia, que não abandonaram o conhecimento de Deus, não trocaram essa a Verdade pelas mentiras da Apostasia. São, portanto, aqueles que realmente crêem na Verdade, e a vivem.Os 144.000 são aqueles que são tão fiéis à Verdade como a bússola o é ao pólo. Eles estão dispostos até a morrer por essa verdade. Única-mente, os que pensam assim é que serão considerados verdadeiramente fiéis e dignos pelo Céu como pertencentes a esse grupo especial.

 

4) São Cristãos

"São eles os seguidores do Cordeiro por onde quer que vá.” (Apoc. 14:4). O que é que significa ser seguidor do Cordeiro? Seguidores de Cristo são cristãos. Os 144.000 aprenderam a seguir a Jesus Cristo aqui na Terra, eles O amavam tanto que estavam dispostos a seguir aonde Ele fosse no caminho da Verdade. E os 144.000 no Céu também são seguidores do Cordeiro por onde quer que Ele vá.

Muitos se dizem cristãos , mas não seguem o Cordeiro por onde quer que Ele vai no caminho da Verdade e da Justiça e do Amor. Ser cristão significa muito mais do que vir à igreja, muito mais do que estudar a Bíblia. Significa seguir o Cordeiro na sua vida particular.

 

5) São Resgatados

“São redimidos dentre os Homens”, pois haverá nesse tempo, duas classes de homens: os redimidos e os pecadores.

Fomos comprados pelo sangue de Jesus . I Pedro 1:18 e 19

 

6) São as Primícias

Eles são "primícias para Deus e para o Cordeiro" (Apo. 14:4).

Primícias significam os "primeiros frutos". Os 144.000 são os primeiros frutos da Salvação.

144.000 é um número simbólico de um número muito maior, porque quando Jesus Cristo voltar encontrará muito mais que 144.000 justos vivos, cristãos que estarão vivos, espalhados por todo o mundo.

Não podemos nos esquecer que: os 144.000 são justos vivos. Esteja vivo, portanto, quando Jesus Cristo voltar. É isso que você está pensando?

Em Apo. 14:13, nós encontramos o segredo: "Então, ouvi uma voz do céu, dizendo: Escreve: Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham."

Temos aqui uma bem-aventurança: "Bem-aventurados os mortos que morrem no Senhor".

Este verso define o tempo: "Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor." "Desde agora" é o tempo que abarca as três mensagens angélicas. "Desde agora" é o tempo desde 1844 adiante. Portanto, após se encerrar a pregação destas mensagens, vindo o fechamento da Porta da graça, e as 7 Últimas Pragas, "Todos os que morreram na fé da mensagem do terceiro anjo saem do túmulo glorificados" (GC, 637:2) na Ressurreição especial (Dan. 12:2), estarão vivos e farão parte dos 144 MIL. Estarão em pé para contemplar a Vinda de Jesus Cristo.

É por isso que nós lemos aqui em Apoc. 14:14, que Jesus Cristo vem ceifar a Terra, e colher os Seus primeiros frutos, as Primícias da Sua Salvação: todos os salvos vivos, os 144.000, inclusive quem morreu de 1844 para cá.

Portanto, você também pode fazer parte dos 144.000 mesmo que você experimente a morte; se você for fiel, você há de participar deste grupo.

 

7) Alcançarão a perfeição

Apoc. 14:5: "E não se achou mentira na sua boca; não têm mácula."

Como podemos ser perfeitos num mundo cheio de corrupção?

Os 144.000 estão se preparando, estão se santificando para serem perfeitos.

Estamos nos preparando para sermos perfeitos?

Tornamos perfeitos imediatamente após o perdão, pois quando Deus perdoa, Ele esquece. Ver Heb 8:12

 

8) São vitoriosos

Esta é uma característica muito especial. Podemos encontrar em Apoc. 15:2: "Vi como que um mar de vidro, mesclado de fogo, e os vencedores da besta, da sua imagem e do número do seu nome, que se achavam em pé no mar de vidro, tendo harpas de Deus".

 João está falando dos 144.000. Eles são vencedores são vencedores.

 

9) Os 144 mil estarão vivos por ocasião da volta de Jesus.

 Estaremos preparados?

Mais importante do que saber este tema é estarmos preparados para a volta de Jesus.

 

 

Apenas 144 mil irão para o céu?

 

 

No livro “Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra” pág.120 no tópico “Quem vai para o céu e por quê?” é explanada a doutrina Rutherfordiana dos 144 mil. É interessante que no início do tópico referido é citado que o céu é real e que “baseados em tais promessas, milhões de pessoas fixaram o coração na vida celestial” - &21. No livro das TJs são citados vários versículos que aludem ao céu; Fil 3.20, Rm 6.5, II Co 5.1-2, Jo 14.1-3, II Tm 2.12, Rev 5.9, Hb 12.22, mas eis que surge a pergunta: “Quantos vão para o Céu?”, e em resposta a essa pergunta citam Apocalípse(Rev.) 7.4-8,14.1. Daí para frente começa a distorção da Palavra de Deus! Todos os versículos citados, em forma de promessas que nos garante o céu são interpretados (lê-se distorcidos) ao gosto jeovista. Sem nenhum embasamento teológico concreto e somente baseado em um único texto do livro de Apocalipse, as TJs erigiram uma doutrina vulgar, infundada e cheia de sofismas. Digo isso, pois para eles os que têm esperança celestial são somente os 144 mil (veja: Poderá Viver… pág.125) e isso é afirmado sem nenhuma razão bíblica concreta. Talvez seja por isso que atualmente, a organização é chamada de apenas “Torre de vigia” e seus templos de “salão do reino” e não “igreja”, pois eles não se consideram como “a Igreja”, se bem que alguns anos atrás ainda traziam este nome. Chegam ao absurdo de dizerem que: “Jó, Davi e João, o batizador… constituirão a nova terra…” (Idém – pág.126 &31 Ou seja, não irão para o céu, ou melhor não foram. Para as TJs, nem um dos santos do V.T. poderam chegar ao céu, porque segundo elas, não fazem parte dos 144 mil. Outro erro grotesco cometido pelas TJs, é concluirem que somente os 144 mil são a Igreja. O que a Bíblia diz e o que eles são na verdade, é um remanescente convertido do povo judeu que pregarão na grande tribulação após o arrebatamento da Igreja: “E ouvi o número dos que foram assinalados com o selo, cento e quarenta e quatro mil de todas as tribos dos filhos de Israel: da tribo de Judá havia doze mil assinalados; da tribo de Rúben… da tribo de Gade… da tribo de Aser… da tribo de Naftali… da tribo de Manassés… da tribo de Simeão… da tribo de Levi… da tribo de Issacar… da tribo de Zabulom… da tribo de José… da tribo de Benjamim, doze mil assinalados (de cada tribo)” ( Ap 7.4-8 – o grifo é meu)

 


A BÍBLIA ENSINA QUE VAMOS PARA O CÉU?

 


A Palavra de Deus elucida a questão quanto a nossa ida para o céu, pois logo após o Livro de Apocalipse falar dos 144 mil judeus convertidos, é mostrado as demais nações, povos, línguas e tribos, juntos ao Cordeiro: “Depois destas coisas olhei, e eis uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, que estavam em pé diante do trono e em presença do Cordeiro, trajando compridas vestes brancas, e com palmas nas mãos” (Ap.7.9).

 


MAIS VERSÍCULOS QUE FALAM SOBRE O CÉU

 


“Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mt 5.6).

“Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus” (Mt 5.10).

“Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram aos profetas que foram antes de vós”(Mt 5.12).

“ Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também”(Jo 14.1-3)

“Pois eu vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus” (Mt 5.20).

(“O primeiro homem, sendo da terra, é terreno; o segundo homem é do céu” I Co 15.47).

“Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus. Pois neste tabernáculo nós gememos, desejando muito ser revestidos da nossa habitação que é do céu,” (II Co 5.1-2).

“Conheço um homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo não sei, se fora do corpo não sei; Deus o sabe) foi arrebatado até o terceiro céu” (II Co 12.2).

“Mas a nossa pátria está nos céus, donde também aguardamos um

Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Fl 3.20).

“por causa da esperança que vos está reservada nos céus, da qual antes ouvistes pela palavra da verdade do evangelho” (Cl 1.5).

“à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados”(Hb 12.23) ainda I Pedro 1.4

 

 


DEUS NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS

 


“E vós, senhores, fazei o mesmo para com eles, deixando as ameaças, sabendo que o Senhor tanto deles como vosso está no céu, e que para com ele não há acepção de pessoas” (Ef 6.9) .

Como poderíamos aceitar estes dois aprisco (terrestre e celestial) sem duvidar da imparciabilidade de Deus? Se Ele escolhesse levar um grupo de filhos para o céu e deixasse a maioria em um plano inferior na terra por razões misteriosas que só uns poucos “iluminados” conseguem enxergar ? Que Deus seria esse?

A Bíblia é enfática ao dizer que “para com Deus não há acepção de pessoas”, mas acredito que se Ele levar um grupo de seus filhos para o céu e deixar a maioria na terra em um plano inferior, seria um Deus injusto e estaria fazendo acepção.
“Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela…” (Mt. 16.18).

A palavra grega “ekklesia” (Igreja), literalmente, refere-se à reunião de um povo, por convocação (grego Ekkaleo). No N.T., termo designa o conjunto do povo de Deus em Cristo, que se reúne como cidadãos do reino de Deus (Ef 2.19), com o propósito de adorar a Deus (Jo 4.23-24).

A palavra Igreja pode referir-se a uma Igreja local (Mt 18.17, At 15.4) ou à Igreja no sentido universal (At 16.18, At 20.28, Ef 2.21-22).

A Igreja é composta por filhos de Deus através de Jesus Cristo (Jo.1:12) que irá morar nos céus com o Ele (Hb 12.23).

 Veja que o texto de Hebreus diz: “igreja dos primogênitos inscritos nos CÉUS”, a palavra “primogênitos” está no plural indicando que todos os filhos de Deus compõem a Igreja que está arrolado nos Céus.

Louvado seja Deus que nos dará além da nossa primogenitura, que é a nossa filiação, o direito de morar ao Seu lado no céu.

 


TODOS OS QUE ACEITAM A JESUS COMPÕEM A IGREJA DE CRISTO

 


“e sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e para ser cabeça sobre todas as coisas o deu à Igreja, que é o seu corpo, o complemento daquele que cumpre tudo em todas as coisas” (Ef 1.22). Hb 3.6, ITm 3.15.

 


A IGREJA VAI PARA O CÉU

 


“Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus” (Jo 1.12)

“Mas tendes chegado ao Monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, a miríades de anjos; à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados” (Hb.12.22-23)

“e sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e para ser cabeça sobre todas as coisas o deu à Igreja, que é o seu corpo, o complemento daquele que cumpre tudo em todas as coisas” (Ef 1.22). Hb 3.6, ITm 3.15

“…, saibas como se deve proceder na casa de Deus, a qual é a igreja do Deus vivo, coluna e esteio da verdade” (I Tm 3.15).

“mas Cristo o é como Filho sobre a casa de Deus; a qual casa somos nós, se tão-somente conservarmos firmes até o fim a nossa confiança e a glória da esperança” (Hb 3.6)
A compreensão dos textos acima é simples. Você aceita a Jesus Cristo como seu Salvador e se torna filho de Deus. Quando você se torna filho se transforma em casa de Deus, em morado do Espírito Santo (I Co 3.16) e sendo “casa de Deus” você é automaticamente a Igreja de Jesus Cristo na Terra. Essa Igreja representa o corpo do Senhor movendo-se na terra e fazendo a obra do Pai. É lógico que quando Jesus voltar para buscar a sua Igreja (Jo 14.1-3, I Ts 4.13-18), Ele não vai levar uma parte do seu corpo e deixar a outra, mas como disse Paulo; “estaremos com Ele” (Fl 1.23).

Naquele dia será uma grande festa entre o noivo e a sua “Igreja noiva” (II Co 11.2, Ef 5.23-27).O Apóstolo Paulo escreveu a maior parte das epístolas do N.T. e nunca fez separação entre o povo de Deus em duas classes, a única vez que há uma separação é quanto a gentios, judeus e igreja mas sempre subtendendo uma questão de ordem, porém quando ambos se convertem, os dois se tornam parte de um único povo – a igreja.

(leia: Rm 16.16, I Co 1.2, I Co 16.19, II Co 1.1, Gl 1.2, Cl 4.15, I Ts 1.1, II Ts 1.1, I Tm 3.5, I Tm 5.16, Fl 1.2). A Igreja de Jesus Cristo não é composta de somente 144 mil judeus, mas de todos os que de coração servem ao Senhor!

 


A JERUSALÉM CELESTIAL – O CÉU PARA ONDE A IGREJA SERÁ ARREBATADA

 


A Igreja será arrebatada ao céu que é a mesma coisa que Jerusalém celestial, leiamos: “Mas tendes chegado ao Monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, a miríades de anjos; à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados” (Hb.12.22-23).
Nesta cidade celestial viveremos com Jesus por toda a eternidade. O patriarca Abraão tinha essa mesma esperança; “Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, saindo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia. Pela fé peregrinou na terra da promessa, como em terra alheia, habitando em tendas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa; porque esperava a cidade que tem os fundamentos, da qual o arquiteto e edificador é Deus” (Hb 11.8-10).

Abraão sabia que a terra que lhe fora prometida, aqui no mundo, não era o fim da sua jornada. Pelo contrário, o fim era bem além, na cidade celestial, que Deus preparara para seus servos fiéis. Abraão serve de exemplo a todo povo de Deus (Gl 3.14); devemos reconhecer que estamos apenas de passagem neste mundo, caminhando para o nosso verdadeiro lar no céu. Não devemos pensar em segurança plena neste mundo, nem ficar fascinado por ele como fazem os pecadores (Hb 11.13). Devemos nos considerar estrangeiros e exilados na terra. Esta não é a nossa pátria, mas território estrangeiro; o fim da nossa peregrinação será uma pátria melhor (Hb 11.16, Fl 3.20), a Jerusalém Celestial (Hb 12.22) e a cidade permanente (Hb 13.14).

 


O TAMANHO DA CIDADE CELESTIAL – A NOVA JERUSALÉM

 


Diz o doutor e pastor Dario Salas em uma observação sobra à Nova Jerusalém: “A Nova Jerusalém é um cubo perfeito, por ser totalmente quadrada. É a cidade que Deus tem preparado para sua Igreja (Hb 12.22-23). A Nova Jerusalém tem doze mil estádios por cada lado (Ap 21.16). Cada milha tem oito estádios, portanto a Nova Jerusalém tem mil e quinhentas milhas por cada lado, ou seja, a nova Jerusalém, tem quase três mil quilômetros de altura, três mil de comprimentos e três mil de largura. Nessa cidade daria para construir 15 bilhões de casas de ouro puro. Em outras palavras, haveria três casas para cada pessoa da terra (cuja população chega a casa dos 6 bilhões). Bem disse Jesus: “Na casa de meu Pai há muitas moradas…” (Jo 14.1-3)”

 


MAS OS SANTOS NÃO HERDARÃO A TERRA?

 


É argumentado pelas TJs em seu Livro “Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra” (Pág.7-15) que o homem herdará a terra e não o céu. Os versículos usados são os seguintes; Sl 37.29, Mt 5.5. Esses textos falam sobre uma herança e é dito que esta herança é a terra, mas que terra será essa? Apesar dos vários versículos citados a respeito da nossa ida para o céu, gostaríamos de esclarecer mais alguns pontos:

 

1) Se somente os mansos e justos herdarão a terra, significa isso que os “ungidos” não são nem mansos e nem justos? Afinal de contas é uma promessa imperativa; “Os justos herdarão a terra” e pelo texto de Apocalipse cap.14 é dito que os 144 mil são realmente justos. Como entenderemos isso? Das duas, uma: ou eles também vão herdar terra ou então todos os justos vão para o céu.

 

2) A Bíblia também nos mostra a destruição dessa terra por completo e no livro de Apocalipse (ou Revelação) é mostrado um novo céu e uma nova terra totalmente diferente do argumentado pelas TJs (confira na Bíblia: Ml 4.1, II Pe 3.7, Ap 21.1-8, Ap 22.1-5). O estado final de tudo pregado pelas TJs é o citado pelo texto de Is 65 e 66, mas uma ligeira comparação e ver-se-á que as profecias são diferente e para outras épocas e circunstâncias. Tanto é que no texto de Isaías fala de morte, de dias e noites, de guarda sabática, etc…Mas no texto de Apocalipse há um nítido contraste; ali fala de eternidade sem morte, que não existe mais o mar de água e sim um mar de vidro, não há dia nem noite, não há fome ou sede, etc…, Concluímos então que as profecias são totalmente diferentes. Isaias aponta para o milênio (que não é o estado eterno) e João fala do estado eterno do mundo, o que vemos em Apocalipse é um único lugar, lindo e maravilhoso, chamado de o “Novo Céu e Nova Terra”, no qual iremos morar eternamente!
Fatos sobre a palavra “Terra”

 

1)Terra significa: “Lugar ou planeta onde habitamos”;

2) Solo sobre o qual se anda;

3) Parti sólida da superfície;

4) Localidade, pátria (Dicionário da Língua Portuguesa – Carvalho).

Pelo que vemos sobre a palavra “Terra” não há nada demais se declaramos; “A nossa Terra está no céu” (Cl 3.20). É interessante notarmos que há terra no céu, é isso mesmo eu n&o estou brincando está na Bíblia, vejamos; “Estão chegando desde a terra longínqua, desde a extremidade do céu. Jeová e as armas de sua verberação, para estragar toda a terra” (Is 13.5 – TNM). Depreendemos pelo texto em lida que há uma terra celestial. Abraão sabia dessa terra celestial e lá esperava um dia morar. A palavra de Deus nos mostra que, embora o Senhor houvesse dito que a descendência de Abraão herdaria a terra da Palestina, Abraão não se interessava pelo terreno, mas aguardava o celestial (Hb 11.16).

Pelos textos que falam do céu, pela prova Bíblica que há uma terra celestial corroborados pelas explicações acima, podemos concluir que a terra prometida para os filhos de Deus é a celestial!

Vejam explicação da Bíblia Apologética para a argumentação Jeovista sobre o Salmo 37: “Quando esses versículos são analisados dentro do seu próprio contexto, apresentam um quadro completamente diferente da crença das Testemunhas de Jeová. O Salmo 37 fala sobre a prosperidade aparente dos ímpios, que é passageira. Somente os justos serão felizes. Embora alguns teólogos entendam que essa passagem se refira ao milênio, parece que o Salmo não descreve um tempo futuro. O que se espera ver no presente é que os mansos prosperem sob a bênção de Deus, e os ímpios paguem um alto preço. Por exemplo, os versículos 1 e 2 recomendam que não nos indignemos por causa dos malfeitores. No versículo 25 o salmista descreve o que observou na sua vida, e o mesmo ocorre com os demais versículos. Concluímos que o Salmo 37 fala de eventos que aconteceram durante a vida de Davi. Quando analisamos o Salmo em seu contexto, podemos entender que diz respeito aos benefícios imediatos da boa conduta, e ao fim infeliz dos ímpios. O alvo de Israel era manter os limites geopolíticos de sua nação, isso somente seria possível através da graça de Deus: os mansos herdarão a terra. Aqueles que fossem submissos a Deus, continuariam na terra prometida”.

 

 

A verdade sobre os 144 mil assinalados

 

 

Introdução

 

   Muitas denominações religiosas têm proposto diferentes interpretações sobre o tema em questão, tentando, por várias maneiras arrolar seus adeptos entre os 144 mil selados do Apocalipse.
   Os futuristas, defensores da teoria do rapto secreto, têm defendido que estes surgirão após a vinda de Yeshua e serão poderosos pregadores na terra, dentro do suposto sete anos de domínio sobre a terra.
   As chamadas testemunhas de Jeová advogam que o assinalamento dos 144 mil seja evento ainda em curso. Qual seria de fato a verdade?
 

Sinal que os identificam
“Então , ouvi o números dos que foram selados, que eram cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel: ... Depois destas coisas, vi, e eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos.” Ap 7:4,9
 

Pontos a considerar
* Os versos referem-se a dois grupos grandes e totalmente distintos.
* O primeiro conta com um número fixo de 144 mil.
* Existe ainda um outro grupo com uma grande multidão.
* Os 144 mil são compostos exclusivamente de indivíduos das doze tribos de Israel.
* Os salvos de todas as nações formam a grande multidão. Aqui pode haver e há israelitas naturais, diferente do grupo dos 144 mil, no qual não se incorpora gentio.
“... da tribo de Judá foram selados doze mil; da tribo de Rúben doze mil; da tribo de Gade, doze mil; da tribo de Aser; doze mil; da tribo de Naftali, doze mil; da tribo de Simeão, doze mil; da tribo de Levi, doze mil; da tribo de Issacar, doze mil; da tribo de Zebulom, doze mil; da tribo de José, doze mil; da Tribo de Benjamim foram selados doze mil.” Ap 7:5-8
   Nos versos de 5 a 8 acima, podemos observar que são selecionados 12 mil de cada tribo,  sendo mencionada a descendência dos filhos de Israel. Sendo assim, de que forma alguns tentam agregar pessoas não israelitas, ou gentias, dentro dos 144 mil?
 
* Defendem eles que os 144 mil assinalados não são apenas israelitas naturais, mas que se trata também de Israel “espiritual” abrindo assim espaço para os gentios.
* Em muitas passagens da Bíblia é correto que o crente gentio seja considerado israelita ou judeu. No entanto onde apresenta israelitas e gentios, no mesmo quadro, devemos entender judeus e gentios literalmente.

 

 


Quem Deus chamou primeiro?

 


“Yeshua enviou estes doze e lhes ordenou, dizendo: Não ireis pelo caminho das gentes, nem entrareis em cidade de samaritanos; mas ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel;” Mt 10:5,6.
   Observe você que Yeshua instruiu seus discípulos a irem até as ovelhas perdidas da casa de Israel, antes que fossem a outras pessoas.
“E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Mashiach padecesse e, ao terceiro dia, ressuscitasse dos mortos; e. em seu nome, se pregasse arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém.” Lc 24:46,47

   Dentre as últimas orientações dadas pelo mestre, Ele diz que por Jerusalém se começasse a pregação do evangelho. O próprio apóstolo Paulo reconheceu este fato. Vejamos:“Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego.” Rm 1:16
“Mas Paulo e Barnabé, usando de ousadia, disseram: Era mister que a vós se vos pregasse primeiro a palavra de Deus; mas, visto que a rejeitais, e vos não julgais dignos da vida eterna, eis que nos voltamos para os gentios.” At 13:46

   A prioridade na recepção da mensagem redentora e aproximação à verdade de Deus foi um privilégio, primeiramente concedido aos judeus.
“Ressuscitando Deus a seu Filho Yeshua, primeiro o enviou a vós, para que nisso vos abençoasse, e vos desviasse, a cada um, das vossas maldades.” At 3:26
   Ao ser procurado por uma mulher gentia, Yeshua enfatizou que o pão deveria ser alimento do povo de Israel, não devendo a princípio ser compartilhado com um povo que não era povo de Deus. O evangelho, segundo a palavra, é para salvação primeiro do judeu e depois do grego, vejamos Mateus 15:22-28:

“E eis que uma mulher Cananéia, que saíra daquelas cercanias, clamou, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada. Mas ele não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, chegando ao pé dele, rogaram-lhe, dizendo: Despede-a, que vem gritando atrás de nós. E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Então chegou ela e adorou-o, dizendo: Senhor socorre-me. Ele porém, respondendo, disse: Não é bom pegar o pão dos filhos e deitá-los aos cachorrinhos. E ela disse: Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos. Então, respondeu-lhe Yeshua e disse: Ó mulher, grande é a tua fé. Seja isso feito para contigo, como tu desejas. E, desde aquela hora, a sua filha ficou sã.”
   As palavras de Yeshua confirmam o escrito do apóstolo Paulo. Antes de os gentios achegarem-se à palavra da salvação e encontrarem o acesso, o israelita recebeu as dádiva
s de Deus: “Qual é, logo, a vantagem do judeu? Ou qual a utilidade da circuncisão? Muita, em toda maneira, porque, primeiramente, as palavras de Deus lhe foram confiadas” Rm 3:1,2
“Porque eu mesmo poderia desejar ser separado de Cristo, por amor de meus irmãos, que são meus parentes segundo a carne; que são israelitas, dos quais é a adoção de filhos, e a glória, e os concertos, e a lei, e o culto, e as promessas; dos quais sãos os pais, e dos quais é Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito eternamente. Amém.” Rm 9:3-5

   A palavra sendo primeiramente anunciada aos israelitas, mostra-nos que a princípio a Kehilah (congregação) foi formada exclusivamente de judeus e demais israelitas.  Estes são tidos como os primeiros frutos da pregação do evangelho do reino.
“E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em sua testa tinham escrito o nome dele e o de seu Pai... Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vai. Estes são os que dentre os homens foram comprados como primícias para Deus e para o Cordeiro.” Ap 14:1,4

   Por primícias entendemos que sejam os primeiros frutos colhidos. Os escritos da Brit Chadashah mostram-nos que os primeiros frutos entre os remidos pelo sangue do Cordeiro dizem respeito aos israelitas, a quem Yeshua disse que primeiro deveria ser anunciado o evangelho, e de quem o apóstolo falou como os primeiros receptores da mensagem. Sendo assim, como poderíamos ter ainda no último século pessoas que façam parte dos 144 mil assinalados?

 


Cresce a kehilah da comunidade de Israel

 


   Na festa israelita que celebrava as primícias da colheita, Shavuot (o Pentecostes), estavam presentes pessoas de vários lugares, a quem Pedro, cheio do Espírito Santo, dirigiu palavras dizendo: “Varões israelitas, escutai estas palavras: a Yeshua Nazareno, varão aprovado por D-us entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis;” At 2:16-22.
   Aqui o apóstolo esclarecia o que houvera predito o profeta Joel, e desta pregação resultou o ingresso na Kehilah de quase três mil almas.
“E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Yeshua HaMashiach para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor chamar: E com muitas outras palavras isto testificava e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa. De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e, naquele dia, agregaram-se quase três mil almas.” At 2:38-41
Deste ponto em diante a Kehilah crescia constantemente.
“... louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à kehilah aqueles que se haviam de salvar.” At 2:47.
   À medida que os discursos eram feitos, a kehilah crescia em número de integrantes israelitas.
“Muitos, porém, dos que ouviram a palavra creram, e chegou o número desses homens a quase cinco mil.”  At 4:4
   Os sinais e prodígios, feitos pelos apóstolos, fazia crescer o número dos que se juntavam aos componentes da kehilah primitiva.
“E muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos apóstolos. E estavam todos unanimemente reunidos no alpendre de Salomão. Quanto aos outros, ninguém ousava ajuntar-se com eles; mas o povo tinha-os em grande estima. E a multidão dos que criam no Senhor, tanto homens como mulheres, crescia cada vez mais.” At 5:12-14
“Ora, naqueles dias, crescendo o número dos discípulos,... E crescia a palavra de Deus, e em Jerusalém se multiplicava muito o número dos discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia a fé.” At 6:1,7
“Assim, pois, as kehilot em toda a Judéia e Galiléia e Samaria tinham paz e eram edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e na consolação do Espírito Santo.” At 9:31
   Deste ponto em diante, as portas da kehilah se abrem para os gentios convertidos. No entanto, não significa que nenhum israelita não mais pudesse salvar-se, mas um endurecimento do povo de Israel, conforme a predição do apóstolo Paulo, em sua carta aos Romanos no capítulo 11, propiciou a abertura para que os gentios convertidos pudessem ser enxertados na Oliveira (Israel), e desta forma, passassem a estar revestidos do Mashich, como descendência de Abraão, e herdeiros da promessa.
   Este grandioso crescimento da kehilah deu-se em cerca de trinta anos e dentro deste período aconteceu o assinalamento dos 144 mil israelitas descritos no Apocalipse. O fim deste assinalamento marca o início do endurecimento de Israel, no que diz respeito à aceitação do evangelho. Este endurecimento perduraria até o retorno do Mashiach, quando houver entrado a plenitude dos gentios. Rm 11: 25,26. Como nação Israel está endurecido, o que não impede que individualmente, um israelita aceite a Yeshua, o Mashiach. Com este endurecimento começou a formação da grande multidão.

 

Israel e Kehilah (igreja): dois povos?
   Absolutamente que não! O judaísmo dos dias de Yeshua estava decadente e a mensagem do Mestre e seus apóstolos trouxe-lhes plena restauração. Note que estava nos planos de Deus reconstruí-lo para que o caminho aos gentios pudesse ser aberto:
“Depois disto, voltarei e reedificarei o tabernáculo de Davi, que está caído; levantá-lo-ei das suas ruínas e tornarei a edificá-lo. Para que o resto dos homens busque ao Senhor; e também todos os gentios sobre os quais o meu nome é invocado, diz o Senhor que faz todas estas coisas.” At 15:16-18
   No Mashiach, o tabernáculo foi restaurado. Assim, a kehilah não é uma nova instituição, mas a reconstrução do judaísmo puro e a continuidade dos planos divinos que começaram em Abraão. A kehilah verdadeira foi e é a legítima representante de Deus e Sua obra.
Importante: O sistema levítico ou aarônico para expiação do pecado, teve cumprimento pleno com o sacrifício real e definitivo de Yeshua, o verdadeiro Cordeiro que tirou o pecado do mundo. O sacerdócio que passou a vigorar a partir da cruz é o de Melquisedeque, no qual Yeshua foi constituído Sumo Sacerdote.
   Daí por diante, mesmo que os judeus prosseguissem sacrificando animais, estes sacrifícios já não tinham nenhum efeito espiritual. A sombra, o típico, já estava extinto, dando lugar ao real. Esta é uma grande diferença entre o povo de Israel que permanece endurecido, e o  Israel que recebeu a Nova Aliança e o Mashiach Yeshua, o  judaísmo que cumpre os planos de Deus por meio da kehilah israelita.
   Na vinda de Yeshua como Rei, os olhos do Israel endurecido, serão abertos para o Mashiach. Ao receberem o Rei e Mashiach, em Jerusalém, no momento de aflição, reconhecerão que se trata do próprio Yeshua a quem rejeitaram durante todos estes séculos.
 

Situação dos gentios
“Portanto, lembrai-vos de que vós, noutro tempo, éreis gentios na carne e chamados incircuncisão pelos que, na carne, se chamam circuncisão feita pela mão dos homens; que, naquele tempo, estáveis sem Mashiach, separados da comunidade de Israel e estranhos aos concertos da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo.” Ef 2:11,12
   Note que os gentios chamados incircuncisão (não circuncidados) achavam-se totalmente fora dos planos divinos. Sem Deus, sem esperança, sem direito às promessas feitas a Abraão e seus descendentes, e sobretudo, separados da comunidade de Israel. Ora, se estavam separados da comunidade de Israel, fica evidente que Israel sempre foi o canal utilizado por Deus para salvar e executar Seus planos e promessas. Observe que no Mashiach e conseqüentemente na kehilah, os gentios convertidos são incorporados na comunidade de Israel, perdendo a condição de gentios e tornando-se israelitas. Sendo assim, concluímos que a kehilah não é uma comunidade estranha, mas sim parte do próprio Israel.
“E, se sois do Mashiach, então, sois descendentes de Abraão e herdeiros conforme a promessa.” Gl 3:29
Para mais detalhes você pode ler Efésios 2:13-22.
   Vale lembrar mais uma vez que Israel, como nação, foi endurecido por Deus, cumprindo um propósito divino. Desde então, como nação, este povo permanece endurecido, o que permitiu aos gentios, serem enxertados, até que a plenitude dos gentios haja entrado. Quanto a esta verdade não podemos estar ignorantes, considerando a misericórdia do Pai para com todos. Individualmente, muitos de nosso povo crêem em Yeshua e aceitam a Nova Aliança.
   Para maiores esclarecimentos, podemos ler as palavras de Paulo em Romanos 11:1,7,8,11,25,26 e Romanos 9:27. Na vinda do Mashiach o remanescente de Israel se converterá ao Senhor, reconhecendo-o e sendo purificado.


 
A grande multidão

 


   Conforme já mencionado, Deus planejou a reedificação do Tabernáculo de Davi. Isto deu-se com a organização e estabelecimento da kehilah, o que possibilitou o ingresso dos gentios convertidos à comunidade de Israel. Outras citações da Brit Chadashah confirmam este propósito de Deus.
“Como também diz em Oséias: Chamarei meu povo ao que não era meu povo; e amada, à que não era amada.” Rm 9:25
“Vós que, em outro tempo, não éreis povo, mas agora, sois povo de Deus; que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia.”  1 Pe 2:10
   Iniciando com o centurião Cornélio, os gentios convertidos passaram a ser participantes da kehilah, não mais como estrangeiros, mas como membros da família de Deus.
“Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos Santos e da família de Deus; edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Yeshua HaMashiach é a principal pedra da esquina;” Ef 2:19,20. Observe que desta forma os gentios estavam no mesmo fundamento do judaísmo.“E abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas; mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo.” At 10:35.  “Na verdade, até aos gentios deu Deus, o arrependimento para a vida.” At 11:18.  O endurecimento de Israel, quanto ao Mashiach, acabou por torná-lo uma pedra de tropeço para eles, uma vez que, como nação, não o reconheceriam, até que novamente Ele volte como Reis dos reis. “Pelo que também na Escritura se contém: Eis que ponho em Sião a pedra principal da esquina, eleita e preciosa; e quem nela crer não será confundido. E assim para vós, os que credes, é preciosa, mas, para os rebeldes, a pedra que os edificadores reprovaram, essa foi a principal da esquina; e uma pedra de tropeço e rocha de escândalo, para aqueles que tropeçam na palavra, sendo desobedientes; para o que também foram destinados.” I Pe  2:6-8Mas Israel, que buscava a lei da justiça, não chegou à lei da justiça. Por quê? Porque não foi pela fé, mas como que pelas obras da lei. Tropeçaram na pedra de tropeço, como está escrito: Eis que eu ponho em Sião uma pedra de tropeço e uma rocha de escândalo; e todo aquele que crer nela não será confundido.” Rm 9:31-33“A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se cabeça de esquina.” Sl 118:22, Is 28:16.  Mas vale recordar o que estudamos há pouco. Tropeçaram para que caíssem? De modo nenhum, mas pela sua queda abriu-se a  oportunidade para os goim (gentios), conforme disse o apóstolo Paulo aos Romanos. E assim será, até que se dê a restauração completa de Israel com o Mashiach, na Sua vinda, quando a nação de Israel chorará e se converterá ao Senhor. Até então, judeus estarão individualmente, ainda que em pequeno número, pelo testemunho da Kehilah, unindo-se à Nova Aliança.

 

 

 

A Missão dos 144 mil!

 

Resposta: O livro do Apocalipse tem sempre sido um desafio para os seus intérpretes. Esse livro é cheio de imagens vívidas e simbolismo, que muitas pessoas têm interpretado de forma diferente, dependendo das suas pressuposições do livro como um todo. Há quatro abordagens principais para interpretar o livro de Apocalipse: 1) Preterista (que vê todos ou quase todos os eventos no livro de Apocalipse como já tendo ocorrido antes do fim do primeiro século); 2) Historicista (que vê o livro de Apocalipse como uma análise da história da Igreja dos tempos apóstolicos até o presente); 3) Idealista (que vê o livro de Apocalipse como uma representação da luta entre o bem e o mal); 4) Futurista (que vê o livro de Apocalipse como profético dos eventos que hão de vir). Dos quatro, apenas a abordagem futurista interpreta o livro de Apocalipse com o mesmo método gramático-histórico que o resto das Escrituras. Esse método também se encaixa melhor com a declaração do livro de Apocalipse de ser profecia (Apocalipse 1:3; 22:7, 10, 18, 19).

Então, a resposta para a pergunta: “quem são os 144,000?” vai depender de qual abordagem de interpretação você usa para o livro de Apocalipse. Com exceção da abordagem futurista, todos as outras abordagens interpretam os 144.000 simbolicamente, como sendo representativos da Igreja, e o número “144,000” é simbólico da totalidade – quer dizer, do número completo – da Igreja. Mesmo assim, ao ler a passagem de forma literal: “Então, ouvi o número dos que foram selados, que era cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel” (Apocalipse 7:4), não há nada nessa passagem que encoraje a interpretação dos 144.000 de qualquer outra forma que não seja um número literal de 144.000 judeus, 12.000 tirados de cada tribo dos “filhos de Israel”. O Novo Testamento não oferece nenhum texto bem definido para substituir Israel com a Igreja.

Esses judeus foram “selados”, o que significa que eles têm uma proteção especial de Deus de todos os julgamentos divinos e do anticristo para que possam executar a sua missão durante o período da Tribulação (veja Apocalipse 6:17, em cuja passagem pessoas vão desejar saber quem vai poder suster-se da ira que há de vir). O periodo da Tribulação é um futuro período de sete anos no qual Deus vai executar julgamento divino a todo aquele que O rejeitou, e completar seu plano de salvação para a nação de Israel. Tudo isso acontecerá de acordo com a revelação de Deus ao profeta Daniel (Daniel 9:24-27). Os 144.000 judeus são uma espécie de “primícias” (Apocalipse 14:4) de um Israel remidido, o qual tem sido profetizado anteriormente (Zacarias 12:10; Romanos 11:25-27), e sua missão é evangelizar o mundo após o arrebatamento e proclamar o evangelho durante o período da Tribulação. Como resultado do seu ministério, milhões (“Depois destas coisas, vi, e eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos”) vão ter fé em Cristo (Apocalipse 7:9).

Muito da confusão em relação aos 144.000 é o resultado das falsas doutrinas das Testemunhas de Jeová. As Testemunhas de Jeová clamam que 144.000 é um limite ao número de pessoas que vão reinar com Cristo no céu e passar a eternidade com Deus. Os 144.000 têm o que as Testemunhas de Jeová chamam de esperança celestial. Aqueles que não são nascidos de novo vão gozar do que eles chamam de esperança terrestre – um paraíso na terra governado por Cristo e os 144.000. Podemos ver claramente que o ensinamento das Testemunhas de Jeová funda uma sociedade casta depois da morte com uma classe dominante (os 144.000) e aqueles que são dominados. A Bíblia não ensina uma doutrina de “dupla classe”. É verdade que de acordo com Apocalipse 20:4 haverá pessoas reinando no Milênio com Cristo. Essas pessoas serão da Igreja (seguidores de Jesus Cristo), santos do Velho Testamento (seguidores que morreram antes do primeiro Advento de Cristo) e os santos da Tribulação (aqueles que aceitam a Cristo durante o período da Tribulação). Mesmo assim, a Bíblia não coloca nenhum limite numérico a esse grupo de pessoas. Além do mais, o Milênio é diferente do Estado Eterno, o qual vai ocorrer no final do Milênio. Naquela hora, Deus vai habitar conosco na Nova Jerusalém. Ele será o nosso Deus, e seremos o seu povo (Apocalipse 21:3). A herança prometida a nós em Cristo e selada pelo Espírito Santo (Efésios 1:13-14) será nossa e seremos todos co-herdeiros com Cristo (Romanos 8:17).

 


 

As Duas Testemunhas e os 144 mil

 

 

Na primeira parte da grande tribulação ( três anos e meio )  Deus irá  enviar as suas duas testemunhas para anunciarem o evangelho do Reino de Cristo durante o milênio São Mateus 24:14, este é  o mesmo  evangelho que João Batista pregava na primeira  vinda  de Cristo, ha quase dois mil anos, arrependei-vos porque é  chegado o reino de Deus São Mateus 3:2, este não é o mesmo evangelho  que pregamos  nos  dias  de hoje, e vendo desta  forma,  notamos  que existem dois evangelho:

O Evangelho da graça São Marcos 16:15 Os crentes pregam a salvação através da graça de Cristo.

O Evangelho do reino São Mateus 24:14 As duas testemunhas irão pregar na grande tribulação.

Em São Mateus 24:14 o Senhor Jesus Cristo diz: " E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo em testemunho a todas as coisas.

Então virá o fim. " , este evangelho do reino como já foi escrito, começou a ser pregado por João Batista, que estava preparando o caminho do Senhor, e ainda será pregado na grande tribulação pelas duas testemunhas procurando converter o coração dos pais aos filhos, Malaquias 4:6, agora uma pergunta poderemos fazer, se o evangelho do reino será pregado em todo o mundo, quem iria pregar, visto que só as duas testemunhas não conseguiriam fazer tudo isto, acreditamos que as pessoas que ouvirem a mensagem das duas testemunhas, também irão pregar que o reino de Cristo esta próximo, e isto irá acontecer no mundo todo, e assim aqueles que aceitarem esta palavra poderão até ser mortos pelo anticristo por aceitarem o reino de Cristo e não a marca da besta, mas aqueles que restarem da perseguição herdarão o reino de Cristo no milênio, e de acordo com as bem aventuranças de São Mateus 5: 3,12.

 

  • Os pobres de espírito

Deles é o reino dos céus

  • Os que choram

Eles serão consolados

  • Os mansos

Herdarão a terra

  • Os que tem fome e sede de justiça

Serão fartos

  • Os misericordiosos

Alcançarão misericórdia

  • Os puros de coração

Verão a Deus

  • Os pacificadores

Serão chamados filhos de Deus

  • Os que sofrem perseguição            

Deles é o reino dos céus

 

Há quem diga que estas duas testemunhas não são pessoas, e sim uma profecia no sentido alegórico, mas então porque em Malaquias 4:5 diz que Deus enviará aos Judeus o profeta Elias antes que venha o grande e terrível dia do Senhor, alguém poderá responder que Elias já veio através de João Batista, mas o que estava sobre João Batista era o dom de Elias, pelo contrario acreditaremos em reencarnação de espírito, o que é impossível segundo a bíblia, e também o Senhor Jesus afirmou que Elias que ainda não morreu, virá primeiro para restaurar todas as coisas São Mateus 17:11, isto disse o Senhor depois que João Batista morreu, portanto meu amigo leitor, as duas testemunhas não são alegorias e estarão a pregar o evangelho do REINO de forma literal. 

Estas duas testemunhas, de acordo com a própria palavra, e com  o texto  de  Apocalipse, demonstra que ambas viram, vêem,  e  estão diante  de  Deus, pois não há outra forma de  testemunhar,  se a testemunha  não estiver diante da pessoa ou do fato  acontecido, com  isto concluímos que a identidade das duas testemunhas  é  de alguém que esta na presença de Deus.

 

Abaixo  iremos dar algumas opiniões  sobre  a  identidade destas duas testemunhas:

 

 

A PRIMEIRA TESTEMUNHA O PROFETA ELIAS

 

Deus Prometeu enviar o profeta Elias antes da vinda de Cristo, para converter o coração dos país aos filhos Malaquias 4:5-6 , mas alguém pode dizer que esta profecia de Malaquias se refere a João Batista, mas ele não converteu o coração dos país aos filhos, nem tão pouco ordenou que não chovesse, etc.

E João Batista não era Elias, e sim o dom de Elias estava sobre João Batista.

O Profeta Elias foi arrebatado em vida, e por isso ainda não morreu. II Reis 2:11

O Profeta Elias apareceu na transfiguração de Cristo junto com Moisés, onde Elias representava a profecia no velho testamento que apontava a vinda de Cristo em gloria São Mateus 17:3

O Profeta Elias fez muitos milagres que as duas testemunhas irão fazer. II Reis 1:10-11, I Reis 17:1

O senhor Jesus anunciou a vinda de Elias, mesmo após da morte de João Batista São Mateus 17:10-12.

 

 

A SEGUNDA TESTEMUNHA ENOQUE OU MOISÉS

 

Moisés apareceu na transfiguração de Cristo assim como Elias, onde Moisés representava a Lei no velho testamento São Mateus 17:3

Moisés fez muitos milagres, que as duas testemunhas também farão. Êxodo 7:20, 9:9-10

Enoque assim como Elias, também foi arrebatado e não viu a morte. Gênesis 5:24

Enoque foi arrebatado antes do dilúvio, assim como Elias foi arrebatado antes do cativeiro babilônico

O motivo  de  apresentarmos três nomes, e  porque  não  queremos afirmar  nada,  e  sim  dar  algo  para  o leitor  ter  maiores conhecimentos sobre o assunto, mas uma coisa a bíblia deixa  muito clara, uma das duas testemunhas e o profeta Elias.

Algo para acreditarmos que a segunda das duas testemunhas seja Enoque é que ele ainda não morreu, enquanto Moisés já, mesmo sabendo que ninguém viu o seu corpo, a não ser o Arcanjo Miguel quando contendia com o demônio. Judas 9.

 

 

Obs.  As duas testemunhas que vocês acabaram de ler, são extraídas de evidências da bíblia. No entanto não dar pra determinar precisamente que são eles.

 

 

Conclusão

A conclusão é de que os 144 mil serão formados pela última geração do povo remanescente de Deus, também chamado de Israel espiritual - Rm. 09:06,08 - I Pe.02:09,10.

 

 

 

Estudo realizado por Pastor Rogério Costa

Caxias do Sul – 06/05/14

 

 

Ministério Igualdade Independente

www.ministerioigualdadeindependente.webnode.com.br

Projeto Plantar

www.projetoplantar.webnode.com

 

 

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144MIL SELADOS NA MENSAGEM DO SÁBADO

Data: 11/05/2016 | De: ROGERIO SILVA

A MENSAGEM DO SELAMENTO É A ULTIMA OBRA A SER REALIZADA NA TERRA COMPLETANDO O NUMERO DOS SELADOS AS SETES PRAGA DO APOCALIPSE SERÃO DERRAMADAS SEM MISERICÓRDIA, SOBRE TODOS QUE GUARDAM O DOMINGO

144MIL SELADOS NA MENSAGEM DO SÁBADO

Data: 11/05/2016 | De: ROGERIO SILVA

MEU AMIGO O ASSUNTO SOBRE OS 144MIL É A MENSAGEM MAIS IMPORTANTE DA BIBLIA ,EXISTE UMA GRANDE MULTIDÃO MAIS A BIBLIA NÃO DIZ QUE ELA ESTÁ SELADA COM O SELO DO DEUS VIVO NÃO DIZ QUE ELES ESCAPARAM DA BESTA NÃO ADORAM A SUA IMAGEM E NEM RECEBERAM A SUA MARCA . MAIS OS 144MIL ESCAPARAM DE TUDO ISSO OK

pergunta

Data: 15/03/2016 | De: wenceslau

gostei bastante desse esboço, pois sou um estudante mestrando nessa area teologica. e como tal todo conhecimento é muto bem vindo. Só gostaria de saber a denominação para constar como auxiilio a bibliografico de pesquisa. Grato.

Re:pergunta

Data: 03/05/2016 | De: Pr. Rogério Costa

Olá Irmao Wenceslau, a Paz de Cristo. O Ministério ao qual vc pede resposta é Ministério Igualdade Independente. Este mesmo do estudo. Ministério Independente, sem Igreja, sou Missionário e Evangelista Itinerante. Congrego como cobertura a comunidade Casa de Oraçao de Capao da Canoa, RS. Pr. Edson dos Santos. Este Ministério tem 19 anos, desde 1997. Obrigado, Deus abençoe.

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