Castidade

Dez motivos para se viver a castidade.

 

 

1.  A pureza ajuda a ter uma boa comunicação com seu (sua) namorado (a).
2.   Cresce o lado amistoso do relacionamento.
3.   Existe um melhor relacionamento com os pais de ambas as famílias

4.   As relações sexuais têm o poder de unir duas pessoas com força e podem prolongar uma relação pouco sã, baseada na atração física ou na necessidade de segurança.
5.   Estimula a generosidade contra o egoísmo.
6.   Há menos risco de abuso físico ou verbal.
7.   Aumenta o repertório de modos de demonstrar afeto.
8.   Existem mais possibilidades de triunfar no casamento.
9.    Se você decidir terminar o namoro, doerá menos.
10.   Você se sentirá melhor como pessoa.


Ao criar o mundo, o Senhor pode mostrar Sua fecundidade. Porém, o homem também tem o poder de criação, ele recebeu esse presente do Senhor, o presente de gerar vidas. Mas ainda pequenos, os meninos já têm contato com conceitos errôneos. Essas situações agridem o coração e a alma dos filhos de Deus que, muito cedo, acabam ficando com vergonha de Deus Pai.Após a primeira comunhão, muitos deixam a confissão, a Igreja, perdem a coragem de ir à Santa Missa, relaxam em tudo e vão se dispersando da fé católica. Não são maus, sabem que Deus é Pai, mas têm vergonha de aparecer diante d’Ele nesse estado. Isso os marca tanto que criam uma imagem distorcida do Todo poderoso e acabam desgarrados ainda na meninice. É um grande estrago!O Senhor quer curar profundamente o coração do homem que foi introduzido muito cedo à malícia, ao palavrão e à prática precoce do sexo. A verdade é que as feridas presentes no coração do homem são reflexos da saudade de Deus. A falta do amor de Deus Pai na infância pode comprometer a vida de uma pessoa.

Este menino que não viveu sua infância indo à igreja, fazendo suas orações e depois recebendo a eucaristia, chega à juventude malpreparado, cometendo erros em sua vida sexual, no namoro e no noivado. Se não errar fisicamente, erra nos pensamentos, nos desejos, nas revistas, nos filmes, nas piadas, afastando-se cada vez mais de Deus.Não foram poucos os que acabaram casando-se despreparados. Casaram-se na Igreja, mas não “se casaram” com Deus, e é d’Ele que os noivos recebem a graça ao se tornarem esposos e pais.Mas o Senhor quer mudar isso tudo. Tenha você com a idade que tiver, o Pai quer fazer uma grande cura em sua vida. Ele quer transformar a saudade em amizade divina. Pois muito maior do que a sua, é a saudade que Deus tem de você. Ele nunca o abandonou e agora te quer do seu lado. Amém!

 

 

Artigo sobre a Castidade

 

 

Antes de tudo, a castidade é uma Boa nova. Deve-se destruir por completa a ideia negativa e redutiva desta virtude. A castidade é uma postura de fundo, como um modo de ser, de entender a vida e de se relacionar consigo mesmo e com os outros, que ultrapassa a realidade puramente genital-sexual, mas que depois, consente captar-lhe a verdade e realizar seus fins. É um fato místico, não só ascético, tanto que, segundo Clement “para compreender todos os aspectos da castidade é preciso reler o cântico dos cânticos".  Esse tema, o qual escolhi, tem como ênfase mostrar como é belo e é possível viver a castidade hoje, pois, é um desafio para o candidato que deseja doar-se totalmente a Cristo, para herdar o reino dos céus. A maior motivação que tenho é poder dizer que a castidade deve ser vivida com sinceridade e honestidade e sobretudo, devemos ser grandes imitadores de Cristo, pois a nossa castidade se espelha no próprio Senhor Jesus. Depois de entender o que seria a castidade, nos perguntamos: "A castidade e a sexualidade, como é vista no século que estamos? pode-se dizer que a castidade é colocada a serviço do amor?". A castidade, então, quer dizer renunciar, pelo reino, ao exercício genital sem renunciar ao fim natural da sexualidade. A castidade virginal significa, de modo mais positivo, realizar o fim especifico da sexualidade através da escolha virginal: como se fosse uma aposta, demonstrar que é possível viver a própria sexualidade também na escolha celibatária por causa do Reino dos céus. Por isso, não basta ser casto, negar-se aos assim chamados "prazeres da carne’’, mas é preciso captar na luminosidade e na ambiguidade da carne a incancelável presença do Espírito, a "centelha pascal", e oferecer o potente impulso que a sexualidade imprime na relação com o outro, para que seja fecunda. Justamente graças a esta dupla obediência, a continência casta permite ao celibatário por causa do reino se tornar, como dizia no Egito, Evaristo Pôntico, no século IV, "Separados de todos e unidos a todos". Tal renúncia aspirada e motivada não entristece o espírito de quem a pratica e se torna um belo testemunho de como Deus preenche o coração do virgem. De fato, favorece a concentração do amor e é mais possível e menos cansativa do que uma renúncia que não nasce desta síntese ou está menos atenta à gramática do corpo. A castidade, como falei no inicio, é virtude que regula; é portanto, norma , lei comportamental, com suas obrigações e proibição. Talvez, também por isto, não está entre as virtudes mais "populares", mesmo nos nossos ambientes, e muito menos é estilo de vida proposto na cultura hodierna. Isto acontece devido a uma série de equívocos que, quem sabe , também nós contribuímos para que nascessem. A castidade permite realizar aquele tipo de homem que se tornou "carnal até no seu espírito, e espiritual até na carne" (Agostinho). Ou, como diz o Catecismo da Igreja Católica, a castidade significa "a integração correta da sexualidade na pessoa e com isso a unidade interior do homem em seu ser corporal e espiritual". Identificar a perfeita castidade simplesmente com o estado do celibato é uma atividade irrealista. Também seria injusto identificá-la com o estado matrimonial. Cada cristão é chamado a atender à castidade perfeita dentro do seu próprio estado de vida. As pessoas casadas que se mantêm fiéis estão no caminho da perfeita castidade segundo a sua vocação, embora não julguem facilmente que sua castidade seja perfeita quando a encaram como condição e fruto de seu amor mútuo numa total auto doação. Nenhum mortal jamais deveria pensar haver atingindo a perfeição das virtudes, embora ninguém devesse parar no caminho que conduz a tal meta, que é a certa. É preciso, portanto aceitar a castidade de dentro para fora, do fundo do coração para as atitudes externas. Mais do que isso é preciso entusiasmar-se por ela. Por isso é que não basta só aceitá-la. Aceitar é o primeiro gesto, é estender a mão, cumprimentar a castidade. Supõe abraçá-la, com efusão, vibrar por ela, aproveitá-la, tirar dela todo o proveito possível.Que o Senhor Todo Poderoso nos conceda uma vida santa, para que sejamos seus evangelizadores aqui na terra, pois Cristo te chama a viver essa santidade. Sou feliz por viver a castidade, quero salutar que a castidade é um dom de Deus.

 

 

A castidade e o amor

 


As pessoas sofrem sérias conseqüências espirituais, físicas e emocionais, com a vivência, compreensão e propagação deturpada do amor e com a falta da castidade.
A falta de conhecimento do que é de fato o amor segundo a vontade de Deus e a castidade e de que ambos estão interligados faz com que amar se torne algo raro, e faz com que essa área, que é tão importante na vida, fique defasada, vazia, confusa ou sem significado.Todas as pessoas sentem naturalmente um desejo profundo de encontrar o amor verdadeiro, mas nenhum cristão em sã consciência deveria se permitir viver um amor que não é conforme a vontade de Deus.Para conhecer e viver o amor verdadeiro, no plano de Deus é preciso a vivência da castidade!
O Papa João Paulo II, em seu livro “Amor e Responsabilidade”, afirmou: “A castidade não pode ser compreendida sem a virtude do amor. Apenas o homem casto e a mulher casta são capazes de amar verdadeiramente.”
A vivência da castidade é sempre necessária; independe do estado de vida da pessoa: o solteiro é chamado a viver em continência, o casado em castidade conjugal e o leigo consagrado ou religioso em celibato.
Castidade não significa virgindade; existiram muitas pessoas que infelizmente perderam a virgindade antes do casamento, mas que conseguiram depois alcançar a santidade com o arrependimento e a mudança de vida.A castidade é uma virtude que faz ver e tratar a si mesmo e as outras pessoas como Deus deseja, com transparência nos atos, em amor verdadeiro. Santo Agostinho em seu livro “Confissões”, afirmou: “A castidade nos recompõe, reconduzindo-nos a esta unidade que tínhamos perdido quando nos dispersamos na multiplicidade.”A castidade não é repressão e puritanismo; pelo contrário, viver em castidade é ser livre da atitude utilitarista, que é a de ver a outra pessoa como algo a ser usado, algo que só é útil enquanto traz prazer.No entanto, sem a prática da castidade pelos atos, pensamentos e palavras, perde-se a responsabilidade pelo próprio corpo e pelo corpo do próximo.Sem o respeito e a dignidade pelo corpo, que é templo do Espírito Santo, torna-se praticamente inviável alcançar a capacidade de ser e fazer alguém feliz no amor.
É necessária a plena consciência de que o corpo não é objeto, mas instrumento de amor.Um grande esforço deve ser feito continuamente, utilizando-se principalmente o sacramento da confissão e da comunhão, assim como o jejum e a oração, para viver a virtude da castidade e conseqüentemente viver o amor.Para amar e viver em castidade, é preciso fazer bem à pessoa amada, mas, com a deturpação de seu significado, principalmente através dos meios de comunicação, que induzem o tempo todo que a pessoa é objeto de uso e não de amor, amar atualmente é algo raro.Deus não criou o homem e a mulher para viver o prazer dissociado do amor, mas deseja que vivam a união sexual, com amor e prazer unidos, no momento certo, que é no matrimônio, porque só ali ambos são capazes de se entregarem mutuamente como um dom de Deus para o outro, preservando todas as características do amor verdadeiro, que deve ser livre, total, fiel e fecundo.O sofrimento do ser humano por não conseguir viver o amor verdadeiro ocorre devido à depreciação de si mesmo e dos outros como um mero estimulante para uma sexualidade desregrada, a vida em luxúria e o utilitarismo, que é o contrário do amor.A vivência da castidade é a cura para todos esses males, e ela funciona e faz felizes e libertos todos que a praticam.

 

 

Estudo realizado por Pastor Rogério Costa

Caxias do Sul – 12/11/12

 

Ministério Igualdade Independente

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Projeto Plantar

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