Inferno, o que é?

 

Obs:. Nao deixe de assistir os videos sobre Inferno que se encontram no final deste link. 

        Nao deixe de assistir também o Video de Pregaçao da Pastora Yonara, ela relata ter ido 15 vezes ao inferno. O Ultimo de cima para baixo.  Muito forte.

 

 

Pelo senso comum, inferno é a casa de Satanás, é o lugar para onde vai o pecador, etc.  Para outros o inferno é a própria terra, e ainda há os que acreditam tratar-se de uma metáfora, de uma alegoria (o inferno não existe).Mas qual seria o correto?

 

O inferno não é morada de Satanás.

 


A Bíblia faz duas revelações importantes sobre Satanás e o inferno.

 


Primeiro que o inferno é um lugar preparado para Satanás ( o que nao implica que ele tenha que estar habitando lá). É um lugar reservado, para um determinado tempo.

 

"Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos;" Mateus 25 : 41. Segundo, que a habitação de Satanás e seus anjos é nas esferas celestiais.
"Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais." Ef 6:12 . Nos texto originais encontramos mais que um sentido para inferno, mas que fora traduzido sempre como inferno na nossa língua, o que causa confusão.Inferno pode ser sepultura, como também pode ser o lugar de tormentos eternos.  A saber, existem alguns anjos caídos, que estão aprisionados no inferno, mas esse inferno não é o mesmo reservado para Satanás.

 

 

Inferno como prisão:(Tártaro). "Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo;" II Pedro 2 : 4
Veja inferno como sepultura:(Kever/Mnema).  "Nesta previsão, disse da ressurreição de Cristo, que a sua alma não foi deixada no inferno, nem a sua carne viu a corrupção." Atos 2 : 31.  Veja inferno como lugar de tormentos:(Geena).  "E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio." Lucas 16 : 23.  O inferno como condição eterna de punição é literal, existe um lugar, e nele serão atormentados eternamente Satanás, seus anjos, e todos aqueles que não alcançarem a Salvação.
"E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna."Mateus 25:46.  "E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno." Daniel 12 : 2.  "Os ímpios serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus." Salmo 9:17.  A esse inferno dá-se o nome de lago de fogo, nele serão lançados Satanás, e o próprio inferno (composição de todos os condenados)."E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte." Apocalipse 20 : 14.  "E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre. "Apocalipse 20:10. 

 

Inferno hebraico: Seol
Inferno grego: Hades, Geena, Tártaro
Sepultua hebraico: Kever, Kevurá
Sepultura: grego: Mnema, Mnemeion, Taphos

 

 

Conclusão:
O inferno é literal, não é aqui, e participarão dele Satanás, seus anjos e os ímpios, depois do 2º. advento de Cristo e seu julgamento. Depois do milênio após ao arrebatamento.Qualquer discussão profunda ou sistemática dos anjos deve incluir uma discussão dos chamados anjos decaídos, a saber, diabos e demônios. Embora as duas palavras geralmente sejam usadas para indicar entidades espirituais do mal, os significados originais de diabo (do grego diabolos, difamar, caluniar) e demônio (do grego daemon,espírito) eram bem mais complexos.

 

 

Os diabos sempre tiveram uma conotação negativa nas religiões ocidentais como forças do mal, mas a palavra diabo possui a mesma raiz indo-européia do termo hindu-budista deva, que se aproxima do anjo ocidental.Daemons,por outro lado, eram antigos espíritos tutelares gregos de natureza boa ou má.A palavra grega daemon foi introduzida no mundo romano e helenista para indicar forças do mal, e assim entrou nos primeiros escritos cristãos com a conotação negativa de espíritos impuros.A tradição judaico-cristã elaborou o conceito de Diabo como o anjo decaído que tentou Adão e Eva e foi para sempre banido do Paraíso. A literatura cristã também se baseou na representação dos espíritos do mal nas lendas judáicas, persas e mesopotâmicas. Na tradição cristã, os diabos adquiriram o emprego de atormentar as almas dos amaldiçoados no submundo (embora a idéia dos cristãos primitivos era que anjos rígidos e justiceiros atormentavam os amaldiçoados).

 

 À medida que essas idéias foram evoluindo e os anjos justiceiros foram removidos do inferno, Satanás, governante de todos os outros diabos, tornou-se rei do submundo.

 

 

O inferno, então, tornou-se quartel-general ou palco central do qual as forças demoníacas lançavam assaltos contra os moradores da terra, tentando atrair as almas humanas e saquear de outras formas a criação de Deus. Há duas histórias sobre como esses ex-anjos caíram da graça. Na narrativa de eventos mais aceita, Satanás, inicialmente um dos anjos favoritos de Deus, lidera uma rebelão contra Ele. Como se podia antecipar, Satanás perde, e ele e os anjos que o seguem (um terço do exército celeste, por alguns relatos) são expulsos do céu.

 

A ORIGEM E QUEDA DE SATANÁS

 

Na história do Universo nunca houve – nem haverá – traição maior. A criatura que representava a mais magnificente obra de seu Criador ressentiu-se de que sua glória era apenas emprestada, de que o papel que lhe estava destinado era o de tão somente refletir a infinita majestade do Deus que lhe deu o fôlego da vida. Dessa maneira, nasceu no coração de Lúcifer – e, em última análise, no recém-criado universo moral – o desprezível impulso da rebelião.Esse impulso originou a insurreição angélica que foi a mais terrível sedição na história em todos os tempos.

 

Uma questão preliminar

 

Por mais importante e original que tenha sido essa rebelião angélica, as Escrituras não incluem um registro específico do evento. No Antigo Testamento, Satanás aparece pela primeira vez no relato da queda de Adão (Gn 3). Ali, no entanto, ele já era o tentador caído que seduziu os primeiros seres humanos ao pecado. Dessa forma, já no início das Escrituras, a queda de Satanás é tratada como fato. Mas, por razões que não são esclarecidas em nenhum lugar, o próprio relato de sua queda está ausente nesse registro. Ainda assim, o evento é lembrado duas vezes nos escritos dos profetas: por Isaías, em meio a uma inspirada diatribe contra a Babilônia (Is 14.11-23), e, mais tarde, por Ezequiel, quando ele repreende duramente o rei de Tiro (Ez 28.11-19). Essas duas passagens contam-nos a maior parte do que sabemos sobre a queda de Satanás.

 

Entretanto, aqui temos algumas dificuldades exegéticas.

Em ambas as passagens, a menção da rebelião de Lúcifer aparece abruptamente num contexto que não trata, especificamente, de Satanás. Esse fato levou muitos estudiosos da Bíblia a rejeitar a idéia de que as passagens se referem a uma rebelião luciferiana e a insistir que elas focalizam exclusivamente os governantes humanos das nações pagãs às quais são dirigidas. Apesar disso, é preferível entender que Isaías e Ezequiel propositalmente queriam levar os leitores para além dos crimes de reis humanos, guiando-os até a percepção do grande arquétipo do mal e da rebelião, o próprio Satanás. Essas passagens incluem descrições que, mesmo levando em conta a inclinação ao exagero por parte de governantes da Antiguidade, não poderiam ser atribuídas a qualquer ser humano. O emprego da primeira pessoa do singular (por exemplo: “Eu subirei...”; “exaltarei o meu trono...”;“me assentarei...”) em Isaías 14.13-14 refletiria um nível de ostentação indicativo de insanidade, caso fosse proferido por um mero ser humano, mesmo em se tratando de um dos monarcas pagãos babilônicos, que a si mesmos divinizavam. E qual rei de Tiro poderia ser descrito como “cheio de sabedoria e formosura... Perfeito... nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado...” (Ez 28.12,15)? Além disso, a Bíblia ensina explicitamente que a perversidade do mundo visível é influenciada e animada por um domínio povoado por espíritos caídos, invisíveis (Dn 10.12-13; Ef 6.12), e que, em sua campanha traiçoeira e condenável de frustrar os propósitos do Deus verdadeiro, esses espíritos maus são dirigidos por Satanás, o “deus deste século” (2 Co 04:04).

 

 

Nos tempos primitivos da terra após a queda, os rebeldes de Betel estavam determinados a construir uma cidade e uma torre cujo topo chegasse até aos céus. Gn. 11:04 É característico dos escritores bíblicos fazer a conexão entre o mundo visível e o invisível, e isso de forma tão abrupta que pega o leitor momentaneamente desprevenido. Quando Pedro expressou seu horror ante o pensamento da morte de Jesus, o Senhor lhe respondeu “Arreda, Satanás!” (Mt 16.23; cf. 4.8-10).De forma semelhante, repentinamente e sem aviso, o profeta Daniel pula de uma descrição profética sobre Antíoco Epifânio (Dn 11.3-35) para uma descrição similar do Anticristo dos tempos do fim (Dn 11.36-45). Antíoco, governante selêucida no período intertestamentário, precede o vilão maior que conturbará a terra nos últimos dias. Um salto abrupto e não-anunciado do mundo político ganancioso, auto-engrandecedor, visível, para o drama arquetípico que se desenrola num mundo invisível aos seres humanos – mas que, apesar de não ser visto, deu origem às atitudes denunciadas nessas passagens –, tal salto não está fora de lugar nas Escrituras. Finalmente, por trás das conexões feitas nessas duas passagens pode muito bem estar um tema que freqüentemente retorna nas Escrituras. Nos tempos primitivos da Terra após a queda, os rebeldes de Babel estavam determinados a construir “uma cidade e uma torre” (Gn 11.4). A cidade era um centro de atividade comercial, enquanto a torre representava o ponto focal do culto pagão. Essa dupla caracterização do cosmo como expressão de egoísmo (o espírito ganancioso do comercialismo não-santificado) e de rebelião (a busca por ídolos) ressoa ao longo de toda a Palavra de Deus, chegando a um clímax em Apocalipse 17-18, onde anjos que se mantiveram fiéis a Deus anunciam a tão esperada e muito merecida destruição da Babilônia religiosa e comercial. É instrutivo notar que enquanto todo o trecho de Ezequiel 26-28 repreende severamente a Tiro – o mais importante centro de comércio e de riqueza nos dias desse profeta – Isaías 14 denuncia Babilônia, que representa o centro da falsa religião ao longo de toda a Escritura. Talvez essa caracterização do cosmo caído como “cidade e torre” – tão importante naquilo que a Escritura afirma em relação ao mundo em rebelião contra Deus – ajude a explicar o salto dado pelos profetas nas passagens que consideramos. Quando contemplavam a cultura de seu tempo, que incorporava perfeitamente um elemento do cosmo caído, cada um deles se sentiu compelido pelo Espírito superintendente de Deus a focalizar a rebelião angélica dos tempos primitivos, a qual animava a rebelião humana que estavam denunciando. Dessa forma, essas duas críticas severas, que identificam os espíritos perversos de cobiça inescrupulosa e rebelião espiritual, ajudam a explicar por que tais espíritos predominam tantas vezes ao longo da história humana. Os textos referidos, ao mesmo tempo, também antecipam a destruição profeticamente narrada em Apocalipse 17 e 18.

 

 

A linhagem de Satanás

 

De Isaías 14 e Ezequiel 28 emerge um quadro relativamente extenso de Satanás antes de sua rebelião. Sua pessoa: Ele foi o ser mais exaltado de toda a criação (Ez 28.13,15), a mais grandiosa das obras de Deus, um ser celestial radiante, que refletia da maneira mais perfeita o esplendor de seu Criador. Assim, ele apropriadamente era chamado de Lúcifer. Essa palavra vem de uma raiz hebraica que significa “brilhar”, sendo usada unicamente como título para referir-se à estrela de maior brilho e cujo resplendor mais resiste ao nascimento do Sol. O nome Lúcifer tornou-se amplamente usado como título para Satanás antes de sua rebelião porque é o equivalente latino dessa palavra. Na realidade, é difícil saber com certeza se o termo foi empregado com o sentido de nome próprio ou de expressão descritiva. Seu lugar: Ezequiel afirmou que esse anjo exaltado estava “no Éden, jardim de Deus” (Ez 28.13). Aqui, a referência não é ao Éden terreno que Satanás invadiu para tentar a humanidade, mas à sala do trono em que Deus habita em absoluta majestade e perfeita pureza (veja Is 6; Ez 1). Ezequiel 28 também chama esse lugar de “monte santo de Deus”, onde Lúcifer andava “no brilho das pedras” (v. 14). Essas descrições não são apropriadas ao Éden terreno, mas adequadas à sala do trono de Deus, conforme representações em outros lugares da Escritura.

 

Sua posição: Satanás é denominado “querubim da guarda ungido” (Ez 28.14). Querubins representam a mais alta graduação da autoridade angélica, sendo seu papel guardar simbolicamente o trono de Deus (compare os querubins esculpidos flanqueando a arca da aliança – o trono de Javé – no Tabernáculo ou Templo, Êx 25.18-22; Hb 9.5; cf. Gn 3.24; Ez 10.1-22). Lúcifer foi ungido (consagrado) por sentença deliberada de Deus (Ez 28.14: “te estabeleci”) para a tarefa indizivelmente santa de guardar o trono do todo-glorioso Criador. Ele é descrito como sendo dotado de beleza inigualável, vestido de luz radiante, equipado com sabedoria e capacidade ilimitadas, mas também criado com o poder de tomar decisões morais reais. Portanto, a obrigação moral mais básica de Satanás era a de permanecer leal a Deus, de lembrar sempre que, independentemente de quão elevada fosse a sua posição, seu estado era o de um ser criado.

 

 

A queda de Satanás

 

 

Neste ponto, encontramo-nos diante de um dos mais profundos mistérios do universo moral, conforme revelado nas Escrituras: “Como é que o pecado entrou no universo?” Está claro que a entrada do pecado tem conexão com a rebelião de Satanás. Mas, como foi que o impulso perverso surgiu no coração de alguém criado por um Deus perfeitamente santo? Diante de tal enigma, temos de reconhecer que as coisas encobertas de fato pertencem a Deus; as reveladas, no entanto, pertencem a nós (Dt 29.29). E três dessas realidades claramente reveladas merecem ser enfatizadas:Primeiro: a queda de Lúcifer foi resultado de sua insondável e pervertida determinação de usurpar a glória que pertence unicamente a Deus. Esse fato é explicitado em uma série de cinco afirmações que empregam verbos na primeira pessoa do singular, conforme registradas em Isaías 14.13-14. Nisto consiste a essência do pecado: o desejo e a determinação de viver como se a criatura fosse mais importante que o Criador.

 

 

Lúcifer andava no brilho das pedras, Ez. 28:14.

 

 

Essa descrição refere-se á sala do trono de Deus em outros lugares da Escritura Sagrada.

 

 

Segundo: Satanás é inteira e exclusivamente responsável por sua escolha perversa. Nisso existe uma dimensão inescrutável. Alguns têm argumentado que Deus deve ter Sua parcela de responsabilidade por este (e todo outro) crime, porque, caso fosse de Seu desejo, poderia ter criado um mundo em que tal rebelião fosse impossível. Outros dizem que, se Deus tivesse criado um mundo em que apenas se pudesse fazer o que o seu Criador quisesse, nele não poderiam ser incluídos agentes morais feitos à imagem de Deus, dotados da capacidade de tomar decisões reais – e, conseqüentemente, de escolher adorar e amar a Deus. Há verdade nessa observação, mas também há mistério. O relato deixa claro que o orgulho fez com que Lúcifer caísse numa terrível armadilha (Is 14.13-14; Ez 28.17; cf. 1 Tm 3.6), mas nada explica como tal orgulho de perdição pode surgir no coração de uma criatura de Deus não caída e perfeita. No entanto, não há mistério quanto ao fato de que Satanás é, totalmente e com justiça, responsável pelo seu crime. Ezequiel 28.15 afirma explicitamente que Lúcifer era perfeito desde o dia em que foi criado, “até que se achou iniqüidade em ti”. A culpabilidade moral é dele, e apenas dele. Na verdade, em toda sua extensão, a Bíblia afirma que Deus governa soberanamente o universo moral e controla todas as coisas – inclusive a maldade de homens e anjos – para que correspondam aos seus perfeitos propósitos. Mas ela também ensina que Deus não deve e não será responsabilizado por essa maldade, em qualquer sentido.

 

 

Finalmente, por causa de sua rebelião, Satanás tornou-se o arquiinimigo de Deus e de tudo o que é divino. Sua queda – bem como a dos espíritos que se uniram a ele – é irreversível; não há esperança de redenção. Satanás foi privado da comunhão com o Deus santo de forma final e irrecuperável. Para ser exato, Satanás ainda tem acesso à sala judicial do trono do Universo por causa de seu papel de acusador dos irmãos, papel este que lhe foi designado divinamente (Jó 1 e 2; Zc 3; Lc 22.31; Ap 12.10). Tal acesso, no entanto, é destituído da comunhão com Deus ou da Sua aceitação. Devido à sua traição, que foi a mais terrível na história do cosmo, Satanás e seus anjos somente podem esperar a condenação e a punição eternas (Mt 25.41).

 

 

O Engano Maligno

 

 

O Engano Maligno é o que tem perseguido a Humanidade desde O Princípio, Após a queda de Lúcifer e de seus Demônios ele causou algo que poderia muito bem desgraçar de uma vez por todas a vida do Homem. Satanás teve que gerar um Engano Maligno através de Filosofia, Pornografia e entre outros conceitos que machucam o Coração de Deus. Como já foi dito Satanás tem usado a Arte pois a Arte desperta no Ser Humano a Vaidade, O Orgulho e a Independencia. Fazendo com que O Ser Humano não venha se tornar dependente de Deus de fato e de verdade. E sim que venha ser somente de Palavras. Se Palavras resolvesse a Humanidade inteira estaria salva; Mas não Basta Palavras e sim Atitude. O Mal abalha através de conceitos; Se o Mal conseguir dominar a Cabeça do Ser Humano então ele consegue dominar todo o corpo e a vida Física & Espiritual. E Fazendo isso a alma estará perdida Para sempre se a Pessoa não se arrepender de fato e de verdade com toda a Humildade e Sinceridade. Pois só assim haverá Salvação & Perdão; O que mais o mal usa são os conceitos de Filosofia & Religião. A Religião é a coisa mais Diabólica por qual motivo; Foram Religioso que mataram Jesus Por inveja; Pois também religosos são os que Odeiam aos verdadeiros Servos do Deus vivo porque ? Por que os Verdadeiros Servos, Filhos & Filhas de Deus Ouvem e Obedecem e não deixam se levar pelo que acontece nesse mundo, Não deixam se levar pelas mentiras e Filosofias.

 

 

Estudo realizado por Pr. Rogério Costa

Caxias do Sul, Novembro 2011

 

Ministério Igualdade Independente

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Projeto Plantar

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Assista abaixo uma série de videos sobre este estudo, Inferno, Satanás e Demonios. Nao deixe de assistir também o Video de Pregaçao da Pastora Yonara, ela relata ter ido 15 vezes ao inferno. O Ultimo de cima para baixo. Muito forte.

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