Capelania

 

Pela graça do Nosso Senhor Jesus Cristo, eu Pastor Rogério Costa, concluo mais uma etapa muito importante na minha carreira Ministerial Eclesiástica Pastoral, Evangelistica, Missionária. A Capelania.   Pela Universidade da Biblia, hoje; 03/08/2015 recebo a honra e a Certificaçao do Curso Capelania. Para beneficio da sociedade me declaro apto para funçao Capelâmica. Em nome de Jesus.

 

O que é Capelania?

Capelania é uma Assistência Religiosa e Social prestada aos serviços Civis e Militares, prevista e garantida pela Constituição Federal de 1988, sob a Lei 6923 art. 5 e inciso VII.  A Capelania ganhou muita força nestes últimos anos, principalmente no Brasil pelas Lideranças Evangélicas, já que os hospitais, presídios, escolas, universidades e outras instituições vem se preocupando com a qualidade no atendimento das pessoas com carências espirituais, afetivas e emocionais, necessitando de uma pessoa de estimulo e entusiasmo.  A especialização em Capelania é um dos Cursos mais procurados pelas Lideranças Evangélicas do Mundo.

O capelão

O Capelão é um assistente Religioso e Social. Para isso é necessário o treinamento e capacitação do Capelão para desenvolver suas habilidades dentro das áreas Social e Religiosa com Qualidade.Capelão (em francês: chapelain) é um ministro religioso autorizado a prestar assistência e a realizar cultos em comunidades religiosas, conventos, colégios, universidades, hospitais, presídios, corporações militares e outras organizações ou corporações, e que geralmente é oficiado por um padre ou pastor.  Ao longo da história, muitas cortes e famílias nobres tinham também o seu capelão. No caso de uma corporação militar, fala-se de capelania militar ou capelania castrens

Qual é o papel do Capelão?

O Papel fundamental do Capelão é cuidar e zelar da sociedade, contribuindo intensamente para a saúde Espiritual e Emocional do ser humano. O Capelão com suas habilidades poderá contribuir com a saúde da sociedade e desenvolver um trabalho produtivo nas áreas da Pregação e Evangelização.

Assistência religiosa

A assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva é dispositivo previsto na Constituição Brasileira de 1988 nos seguintes termos: «é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva.» (CF art. 5º, VII).

 

Capelania Militar

Também conhecida como Capelania Castrense, tem sido tarefa extra pastoral de assistência espiritual, consolo e abrigo emocional para aqueles que dão suas vidas para que muitas sejam salvas. As Forças Armadas possuem seus representantes religiosos arregimentados com este fim. Mas, a Polícia Militar, a Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros fazem parte de milícias regionalizadas e constituídas pelo Estado ou pelos Municípios, que pela natureza do trabalho, expõem as vidas dos seus aguerridos a constantes desgastes físico, mental e emocional na prática profissional diária. É vital que a igreja de Jesus Cristo realize tarefa evangelística junto àqueles que, combatem a violência e convivem diariamente com a injustiça social ou sob o risco morrerem no atendimento a ocorrências.  A vida do policial civil, seja militar, municipal, do trânsito ou da corporação de bombeiros, é peculiarmente, o que reflete em sua família. Por trabalharem numa escala de horários diferenciada das demais profissões, por enfrentarem constantes mudanças e perigos, não tendo ambiente rotineiro e ainda sob pressão tanto da chefia imediata, bem como da mídia, os combatentes de modo geral estão sempre expostos às variações emocionais. Para melhor compreendê-los e assisti-los, a fim de que possam levar vida conjugal e familiar saudável, a igreja deve ter o compromisso de carregar seus fardos emocionais, sustenta-los em oração e socorrê-los em toda e qualquer situação que requeira força espiritual. Em muitas situações o “herói” em seu campo de trabalho é uma vítima de situações adversas e conflitantes no lar. Precisamos levar refrigério às Corporações e cobri-los de orações, tanto por suas inestimáveis vidas quanto para suas preciosas famílias.

 

Capelania Funerária

Além da morte ser vista como um tabu é certo afirmar que há um mistério por trás dela. Somos apegados à vida e resistimos todo e qualquer tipo de pensamento que julgamos “negativo”, que possa sugerir um mau agouro por acreditarmos que: falar atrai. O próprio desconhecimento dos ensinos bíblicos nos induz ao conformismo teológico simplista de que “Deus levou”, “Deus quis”, “Foi a vontade de Deus”, “Deus deu e Deus tomou”. Nesta incapacidade de discutir a morte nos tornamos alheios a assuntos proeminentes às suas características, e até mesmo a tudo o que à morte está intrinsecamente ligado nos fazendo a cada momento desconhecidos dela, distantes, afastados. Nós a tratamos com repúdio e temor, como se nela houvesse uma força dominante, nos esquecendo de que a vida, por passageira que possa ter sido para alguém, tomou tempo, espaço, fez-se presente, existiu deixando marcas e ficou registrada. A vida é “zoe”. A vida é a existência de Deus. “Zoe, pois, significa vida eterna, ou a própria vida de Deus. Esta nova espécie de vida é a natureza divina”, afirmou Kenneth Hagin em seu livro Zoe: A Própria Vida de Deus.  Consolar aqueles que passam por perdas humanas e afetivas é uma tarefa nobre e acima de tudo indispensável e imposta por DEUS.

 

Capelania Adventícia

Parece estranho que num País considerado o berço da hospitalidade a igreja cristã brasileira ainda não tenha como uma de suas linhas de frente missionária a Capelania Adventícia, quando a Bíblia nos leva a ser acolhedores com os forasteiros.“Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui ESTRANGEIRO, e vocês me ACOLHERAM” (Mateus 25:35).  No Antigo Testamento existem razões suficientes a que sejamos hospitaleiros com os forasteiros, estrangeiros e imigrantes. Por que a igreja ainda não atentou para este imprescindível ministério eclesiástico se no Novo Testamento as razões são intensificadas por Jesus Cristo? Observamos que na Genealogia do Senhor Jesus há pessoas advindas de outras nacionalidades, como Raabe (provavelmente Cananeia) e Rute (moabita). Calebe, por exemplo, era quenezeu (Numeros 32:12 e Genesis 15:19).  “Não oprima o estrangeiro. Vocês sabem o que é ser estrangeiro, pois foram estrangeiros no Egito” (Êxodo 23:09).  Assim como os imigrantes, que às vezes procuram vida nova em solo brasileiro e oportunidades de emprego, os refugiados procuram sobre tudo por paz. Embora os grupos sejam diferentes por razões obvias ambos precisam adaptar-se à nova realidade cultural, socioeconômica, climática, legislativa e religiosa.Muitos vivem no Brasil ilegalmente aguardando regularidade documental, e por esta razão vivem, transitoriamente, de forma clandestina, ou seja, impedidos de trabalhar com registro em carteira profissional e por consequência usufruir das normas da CLT; conquistar a carteira nacional de habilitação; contrair casamento, e até mesmo abrir e gerir conta bancária, entre outros negócios.Ter uma assistência espiritual é, sem dúvida, uma das coisas mais importantes para estes grupos, independente de suas crenças, visto que, a atividade Capelâmica não está presa ao proselitismo “… um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos” (Efésios 04:06). Desta maneira, a Capelania Adventícia acolhe o estrangeiro como um ministério de integração social.É importante que se diga também que aprendemos muito com as experiências e as culturas dos nossos irmãos estrangeiros. Assim como lhes apresentamos as Águas da Fonte da Vida eles nos ensinam a vislumbrar suas pitorescas origens.  “Portanto, vocês já não são estrangeiros nem forasteiros, mas concidadãos dos santos e membros da família de Deus…” (Efésios. o2:19).

 

Capelania aos Recasados

Quando os índices notificam desastrosos desempenhos ou inclinações a respeito de algum fato cuja solução pode estar nas mãos da igreja, eles deixam de ser apenas estatísticas, são alertas.  Nas últimas quatro décadas os números do divórcio cresceram vertiginosamente. Por outro lado, os do casamento também não deixaram de crescer, porém, correspondem em sua maioria a RECASAMENTOS. E o que é pior, as estatísticas revelam que, quem não cuidou no primeiro casamento, não cuidará no segundo também.  “Conforme a pesquisa, um dos fatores foi a mudança na Constituição Federal em 2010, que derrubou o prazo para se divorciar, tornando esta a forma efetiva de dissolução dos casamentos, sem a etapa prévia da separação. Com isso, houve uma queda de três anos no tempo médio transcorrido entre a data do casamento e a da sentença de divórcio desde 2006 – de 18 anos para 15 anos. Em 2011, a maior proporção de dissoluções ocorreu em casamentos que tinham entre 5 e 9 anos de duração (20,8%), seguida de uniões de 1 e 4 anos. Além disso a proporção do divórcio por via administrativa, possível aos casais sem filhos, passou de 26,8%, em 2001, para 37,2%, em 2011. Também aumentou o número de recasamentos, que representavam 20,3% do total das uniões formalizadas em 2011, contra 12,3% em 2001. Rondônia (75,2%) e o Rio de Janeiro (75,5%) foram os estados com as menores proporções de casamentos entre solteiros, e Piauí o maior (92,4%). Já os casamentos entre pessoas divorciadas têm a maior proporção em São Paulo (5,2%).”  Biblicamente podemos afirmar que o divórcio envolve pecado de uma ou de ambas as partes e mesmo assim o SENHOR afirma que abomina o divórcio, ou seja, separar-se não seria o melhor expediente. No entanto, DEUS, em Sua infinita misericórdia e amor abriu uma exceção para o divórcio quando houvesse imoralidade.  “Ele também, misericordiosamente, abriu uma cláusula para que pessoas divorciadas se casassem novamente. Como a Bíblia inteira ensina, o perdão é oferecido para pecadores arrependidos, sem levar em consideração seus pecados, e segundas e terceiras chances são dadas para pecadores, incluindo pessoas divorciadas. Não há pecado algum em qualquer recasamento debaixo da nova aliança, com exceção do crente que se divorciou de outro crente, o que nunca deve ocorrer já que verdadeiros crentes não cometem imoralidades e não há, portanto, motivo válido para o divórcio. Caso aconteça tão raro evento, ambos devem continuar solteiros ou se reconciliar.”  Vamos ressaltar também a importância dos filhos, pois, as crianças sentem e ressentem com maior frequência, revivem situações indissolúveis, são acometidas por patologias oriundas da separação, desenvolvem baixa autoestima, complexos de inferioridade, sem contar o preconceito que sofrem num mundo conturbado desprovido de amor e amizade. O divórcio afeta todas as áreas da vida de uma criança. Ser um capelão aos recasados é muito diferente de ser um preletor num encontro de casais, é preciso “tratar” a nova família, leva-los aos pés da cruz e não permitir que o adversário tripudie com suas artimanhas para destruir o que, com esforço tem sido construído. Oferecer orientação, consolo, mentoria e, principalmente, Palavra de Vida Eterna. A Capelania aos Recasados, portanto, tem uma significativa incumbência, não arbitrária, porém pacífica e pastoral, a fim de levar o perdão aos recasados; auxiliá-los no enfrentamento de alicerçar uma nova família; a compreenderem melhor os enteados; a renunciarem algumas regalias para preparar os filhos para o futuro, afinal, eles não pediram por aquela situação e sobre tudo reintegrá-las na sociedade e na igreja. E muitas outras questões que deverão ser tratadas in loco.  “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 Joao 01:19)

 

Capelania Empresarial

Os exemplos deixados pelo Mestre Jesus são notavelmente suficientes para nossa compreensão e prática. O Mestre andou entre as diversas “tribos” de Sua época, com os pobres, os enfermos, as mulheres, bem como era seguido por uma multidão, além dos seus discípulos e os que se opunham à Ele. Visitava as aldeias, vilas e cidades; ensinava, pregava e curava (Mateus 09:35,38), entretanto, nunca se recusou a ouvir aqueles que O questionava e se alegrava quando se referia às crianças as chamando “dos tais” ou os pequeninos.  Recebeu a visita de um ilustre Nicodemus e visitou a casa de outro rico, um homem de baixa estatura chamado Zaqueu e até comeu com este. Esteve na casa dos enfermos, ceava com os pecadores e para alguns que estavam em pleno vigor do trabalho disse-lhes: “Siga-me”. Estes, por sua vez, deixaram tudo o que estavam fazendo e O seguiram.  A Capelania Empresarial, como outra atividade extra pastoral, é introduzida por DEUS onde a igreja não pode ir, nas Empresas! No entanto, o capelão empresarial também se destaca porque ele representa a igreja no local de trabalho cobrindo o seu irmão com sua “capa”. É a CAPELANIA a serviço do Reino!  O contingente empresarial é composto por pessoas de diversas idades, crenças, valores, situação socioeconômica, situação hierárquica e até culturas, entre outras diferenças e talvez desigualdades. Todavia, quando o Capelão visita uma empresa oferece apoio espiritual e finalmente homogeneíza o grupo através da Palavra.

“Não há judeu nem grego; não há escravo nem livre; não há homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus”(Galatas 03:28).

Líderes e funcionários em organizações e empresas do mesmo modo precisam ser alcançados pela Salvação. Com o espantoso e exponencial crescimento populacional nos meios urbanos há décadas, a Capelania Empresarial redunda numa força propulsora que dinamiza a igreja criando laços de amizade e proporcionando assistência e crescimento espiritual, concedendo esperança e alargando as fronteiras do Reino onde a CAPELANIA estiver inserida.

 

Capelania Portuária

Semelhante à Polícia Militar a autoridade portuária, aduaneira, marítima, sanitária e de Polícia Marítima, também apresenta as mesmas dificuldades e enfrenta os mesmos desafios. A Polícia Marítima ou Guardas Portuárias são compostas, em sua guarnição, de policiais que velam pela Costa Marítima Brasileira. Os portos são pontos de interesse vários crimes, desde raptos de piratas até mesmo crime organizado, contrabando, tráfico de entorpecentes e mercadorias, roubo de cargas e prostituição, entre outros delitos. Não podemos deixar de fora, porém, o marujo que trabalha nas Docas, assim como os demais tripulantes e funcionários administrativos. As pessoas que ali trabalham podem vislumbrar as águas oceânicas diariamente, todavia precisam ser alcançadas pelas Águas da Fonte da Vida. Elas enfrentam além da periculosidade característica do trabalho, estresse e às vezes a distância da família e do aconchego do lar, o que possibilita a ausência de pertencimento, a perda da afeição natural e o desgaste relacional. A igreja tem todos os requisitos para levar a estas “tribos” através da Capelania Portuária ou Marítima, consolo, auxílio espiritual, esperança, orientação e salvação a todos que crerem.

“…o Senhor tem o seu caminho na tormenta e na tempestade, e as nuvens são o pó dos seus pés” (Naum 01:03).

Às vezes o marujo fica em alto mar por meses distante do lar e mesmo tendo muitas tarefas, pode dedicar-se às orações, à leitura bíblica e à comunhão com os demais irmãos enquanto navegam. Faz-se mister, desse modo, falar-lhes do Amor de DEUS e oferecendo-lhes cobertura intercessória por ocasião de sua ausência, a fim de que o SENHOR os livre do mal e da desoladora solidão que arruína os corações quando a borrasca se aproxima.

“Faz cessar a tormenta, de modo que se acalmam as ondas” (Salmos 107:29).

 

Capelania Universitária

Em se tratando de uma tarefa extra pastoral, a Capelania Universitária possui diferenças mínimas se comparada com a Capelania Escolar, em razão do seu público alvo. Sua principal tarefa é socorrer o corpo discente em suas necessidades espirituais, leva-los ao conhecimento da Graça sem ser tendenciosa ou partidária, orientá-los e se possível for afiliá-los a uma instituição religiosa, já que por sua singularidade os assistidos anseiam dar continuidade à nova vida no Reino. Na atmosfera universitária o espaço físico muitas vezes permite a realização de eventos que acolham contingente numeroso para fins evangelísticos, celebrações, cerimônias, cultos, palestras, entre outras atividades que corroboram com a transmissão de conhecimento. Isto sem contar que, estudos mostram que o momento mais propício para conversões contundentes seria na faixa entre os 14 e os 28 anos de idade. O jovem universitário possui maior clareza da vida em sociedade e tem preocupações relacionadas com seu futuro profissional. Alguns moram em república, onde a coletividade nem sempre favorece a criação de laços de amizade ou afetivos. Assim, muitos universitários sofrem de isolamento, solidão e ausência de sentimento de pertencimento, portanto, a Capelania Universitária apresenta-se como inclusiva e agrega grupos com o fim de proporcionar aos estudantes convivência harmoniosa, pacífica e espiritual, que os encoraja a prosseguir com seus estudos de forma satisfatória, enquanto em formação acadêmica.

 ”Mas antes, como está escrito: Hão de vê-lo aqueles que não tinham ouvido falar dele, e o entenderão aqueles que não o haviam escutado”. (Romanos 15:21)

 

Capelania Escolar

A Capelania Escolar nasceu do desejo de mentorear ou conduzir o estudante à Verdade. Se cremos que Jesus Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida, e só nEle há Salvação, estas premissas devem ser oferecidas a todos, especialmente, à juventude. E o nosso primeiro questionamento seria: “onde a juventude está?” e em seguida: “Como fazer isto?” A juventude está diariamente, cinco dias por semana, mês após mês e ano após ano no mesmo lugar: na Escola! Indiscutivelmente, a Capelania Escolar é e sempre será o maior campo missionário contemporâneo disponível ao alcance da igreja. Especialmente, após o contundente período de transição da Pós-Modernidade, acentuou-se o êxodo rural em todo mundo, o que saturou os centros urbanos fazendo-os superlotar formando bolsões de pobreza, realçando as desigualdades sociais e verticalizando as estruturas citadinas. Este fenômeno tem exigido mais da igreja e ao mesmo tempo oportuniza um campo missionário urbano local sem fronteiras! Um dos assuntos mais discutidos e com crescimento significativo nas últimas décadas tem sido a criminalidade, assim como a violência nas Escolas. O fato é que, notoriamente, os alicerces familiares tem sido abalados pelas expressivas mudanças advindas da pós-modernidade. Muitos são os fatores que tem contribuído para o desalinho e desordem da família ocorre que, a liberdade de expressão e o desenfreado relativismo pós-moderno, desencadearam uma vertiginosa decadência da moralidade de forma globalizada. A família que outrora era o berço da educação, tem sido saqueada em suas tradições e bons costumes e as novas gerações prosseguem desamparada do afeto familiar cujo valor é inestimável. Noutro tempo o pai era o provedor da família e à mãe cabia a incumbência de educar os filhos, quantos eles fossem. Atualmente, as mulheres tem sido o esteio da família e a tarefa de instruir os filhos ficou prejudicada ainda que a prole seja reduzida. Desta maneira a Escola tem assistido a descaracterização dos conceitos básicos familiares e enfrenta um dos maiores desafios: educar complementando afetivamente aquilo que falta nos lares. E a pior notícia desta constatação é que a Escola nunca deixou de ser extensão do lar e, por conseguinte tem sido sobrecarregada pelos maléficos efeitos da desorganização familiar generalizada. A Igreja de Jesus Cristo pode e deve intervir neste relevante assunto, como coadjuvante no compromisso de resgatar o senso de família, revitalizando os laços de amizade entre pais e filhos. Esta é uma contribuição substancial para a sociedade. No Brasil existem cerca de 200 mil escolas públicas. Curiosamente, a quantidade de igrejas chega perto deste número, ou seja, se cada igreja no Brasil enviasse um capelão para atender uma única escola, alcançaríamos, inevitavelmente, aproximadamente 53 milhões de alunos matriculados, isto sem contar o corpo docente, gestores, tutores e staff. A Igreja precisamos marchar nesta direção!

 

Capelania Hospitalar

Evidentemente um dos mais sublimes ministérios no tocante ao evangelismo e à assistência espiritual é o exercício da Capelania Hospitalar. Todas as áreas da Capelania oferecem assistência espiritual, mas na Capelania Hospitalar se evidencia na consolação para aqueles que padecem dor física, a fragilidade humana e a carência afetiva. A Capelania Hospitalar tem a finalidade de levar alívio emocional e consolo aos combalidos, confinados no leito de enfermidade e desesperançosos.

“…a ordenar acerca dos que choram em Sião que se lhes dê uma grinalda em vez de cinzas, óleo de gozo em vez de pranto, vestidos de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantação do Senhor, para que ele seja glorificado” (Isaías 61:03).

O consolo para a pessoa em sofrimento não é uma imposição, mas uma atividade realizada por pessoas sensíveis à dor do outro e traz alívio, socorro e demonstração de solidariedade. É certo afirmar que as pessoas hospitalizadas que recebem auxílio espiritual se recuperam sensivelmente mais depressa que as demais. Outro fator relevante da Capelania Hospitalar é o acesso ao paciente em estágio terminal, que precisa ou deseja ter uma chance de expressar suas últimas vontades, entre elas o anseio de estar com Deus do outro lado da vida. A Bíblia como regra de fé e prática dos cristãos, nos norteia, disciplina, adverte e nos ensina em justiça, a que façamos a vontade de DEUS e cabalmente a cumpramos.

“…estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me” (Mateus 25:36).

 

Capelania Carcerária

A carceragem nunca foi lugar prazeroso ou almejado. Lugar de dores que preserva atrás de suas fortalezas os mais tórridos e destrutivos tipos de pensamentos e maquinações. Desejos de vingança, ressentimentos, desamparo, injustiças, enganos e traições, vergonha, fracasso e muitas outras concepções, são geradas nas prisões do mundo todo.  A CAPELANIA como condutora do consolo que vem do Alto aos que sofrem, deve compartilhar o Amor de Deus aos que jazem em prisões.  A Bíblia nos revela isto nalgumas passagens e nos alerta para sermos compadecidos com os encarcerados:

 “Lembrem-se dos que estão na prisão, como se aprisionados com eles; dos que estão sendo maltratados, como se fossem vocês mesmos que o estivessem sofrendo no corpo” (Hebreus 13:3).

A “tribo” dos encarcerados agrega pessoas de todos os níveis religiosos, étnicos, profissionais, sociais, no entanto, todos carecem cuidados espirituais e emocionais. De modo geral as prisões brasileiras não tem obtido êxito em regenerar seus internos, mas a igreja quando alcança esse público pode realizar profundas transformações em nome de Deus. No tempo ocioso dos prisioneiros uma de suas maiores leituras tem sido a Bíblia, portanto, oferecer-lhes um exemplar é fundamental. Eles precisam de vida espiritual, confessional, recuperar a autoestima e sobre tudo terem um encontro real com Cristo, o Libertador. As condições de carceragem, as desigualdades com outros detentos, a cessação da vida cotidiana, e o distanciamento da família e da sociedade contribuem para o desalento daqueles que estão pagando por seus erros. Levar consolo, amizade e principalmente lembra-los que DEUS os ama incondicionalmente, são razões humanas e cristãs para o exercício da Capelania Carcerária. A Capelania Carcerária leva ao encarcerado a Esperança que só há em Cristo Jesus, motivando-o a ter disposição de servir a DEUS ajudando outros que passam por problemas emocionais semelhantes e assim, separá-lo em santificação apesar do local onde se encontram. Os problemas encontrados na sociedade não deveriam ser problemas para a igreja, pois, ela é o Porto Seguro para os que nela se refugiam. E sob sua proteção tem condições de capitanear ministérios dados a ela através do Espírito Santo para alcançar o encarcerado e fazer o seu papel regenerador em nome de Jesus.

“Estava sem roupa, e me vestiram; estava doente, e cuidaram de mim. Estava na CADEIA, e foram me visitar…” (Mt 25:36).

 

Aconselhamento Pastoral

Encontramos 3 pontos importantes no aconselhamento Pastoral:

Alvo:

O alvo do Aconselhamento Espiritual e Pastoral é nos levar a um ponto de maturidade.

Aconselhameto significa “Teleios”; que quer dizer: plenitude, maturidade, fato de ser inteiro, completo e maduro em Cristo. Colossenses 01:28 - Hebreus 05:14 - I Joao 02:05.

Parákletos:

Idéia de consolação, 2 Corintios 01:03,04 – Atos 13:15;

Exortação, Hebreus 03:13;

Oração, Filipenses 01:09.

Alguém que é chamado para estar ao lado de outrém para ajudá

-lo com seu conselho. Estar ao lado define bem o aconselhamento bíblico. Construir um relacionamento de ajuda. É animar, encorajar, confortar e trazer a esperança que mudança é possível.

Nouthésis:

Admoestar; Exortar;ensinar e Repreender.

Esta palavra indica um obstáculo que há e que deve ser vencido,Tito

02:15 - 1 Tessalonicenses 05:11.

 

Valores básicos no aconselhamento

A obra do Espírito Santo:

“Parakleto” Joao 14:16,17,26

Espírito da verdade, consola, ensina, faz lembrar, santo,

revela a Cristo, revela a Palavra de Deus.

O Espírito Santo é o elemento principal no aconselhamento

Dons:

Discernimento, revelação, palavra de conhecimento, palavra de sabedoria.  Estes dons são fundamentais no aconselhamento.

Sensibilidade ao Espírito Santo.  O conselheiro cristão que ignora o Espírito Santo está praticando um ato de rebeldia.  Não ouse aconselhar alguém sem estar em dependência total do Espírito Santo.

A autoridade do nome de Jesus:

Lucas 09:01. Curar os enfermos, autoridade sobre o reino das trevas.

 Isaias 61. ...enviou-me a libertar os cativos, restaurar os contritos de coração, consolar os tristes, apascentar o rebanho, etc.

Precisamos ter certeza que estamos sendo enviados. Não devemos nos meter a fazer algo que não estamos autorizados a fazer. Não confunda ousadia com presunção.

A obra de Cristo na cruz , Isaias 53:

Pecados (perdão),

Feridas (dores): cura emocional, libertação interior

Enfermidades (cura)Castigo e condenação: temos autoridade para nos perdoar. A cruz define o nosso valor diante de Deus, Romanos 05:08.

A Palavra de Deus, Joao 08:32:

O efeito da revelação é vida. Luz gera responsabilidade que gera vida. Não

devemos ter medo de receber luz.A Palavra de Deus ministra às nossas crenças irracionais. Ela também ensina ao conselheiro o jeito divino de aconselhar.A Palavra de Deus é a fonte de sabedoria e conhecimento. Sem a Palavra de Deus o Espírito Santo estará desarmado nas nossas vidas.

O amor, Joao 15:12:

O amor é um mandamento que tem que ser praticado com intensidade e sabedoria. Muitas vezes o amor é a chave para a transformação. O amor fala mais alto que o conhecimento. O amor desarma as pessoas para que elas possam se arrepender e resolver de bom coração seus conflitos.

 

Qualidades Espirituais

O conselheiro tem que ter um relacionamento íntimo com o maravilhoso Conselheiro. Conhecimento da Palavra de Deus na profundidade do caráter, dos princípios e dos conselhos de Deus. Visão orientativa, ensinar, exortar, etc. Ter consciência da sua autoridade como discípulo, Joao 20:22,23.  A sua autoridade depende da sua capacidade de submissão.

Abertura à unção do Espírito Santo.

Sensibilidade à voz de Deus, Joao 05:19.

Prática dos dons espirituais.

Discernimento em relação aos nossos pensamentos e os de Deus.

 

 

Leis

Leis constitucionais e Lei que ampara a visita de Pastores

Dispõe sobre a prestação de assistência religiosa nas entidades hospitalares públicas e privadas, bem como nos estabelecimentos prisionais civis e militares.

 

                         

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

 

LEI No 9.982, DE 14 DE JULHO DE 2000.

http://www.planalto.gov.br/Ccivil_03/LEIS/L9982.

 

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o Aos religiosos de todas as confissões assegura-se o acesso aos hospitais da rede pública ou privada, bem como aos estabelecimentos prisionais civis ou militares, para dar atendimento religioso aos internados, desde que em comum acordo com estes, ou com seus familiares no caso de doentes que já não mais estejam no gozo de suas faculdades mentais.

Parágrafo único. (VETADO)

Art. 2o Os religiosos chamados a prestar assistência nas entidades definidas no art. 1o deverão, em suas atividades, acatar as determinações legais e normas internas de cada instituição hospitalar ou penal, a fim de não pôr em risco as condições do paciente ou a segurança do ambiente hospitalar ou prisional.

Art. 3o (VETADO)

Art. 4o O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de noventa dias.

Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 14 de julho de 2000; 179o da Independência e 112o da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
José Gregori
Geraldo Magela da Cruz Quintão
José Serra

Este texto não substitui o publicado no D.O.U de 17.7.2000

 

Lei que ampara a visita de Pastores

 

LEI QUE AMPARA O PASTOR À ASSISTÊNCIA RELIGIOSA EM HOSPITAIS PARTICULARES E PÚBLICOS


Artigo 5º, inciso II, Constituição Federal.
 

“Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”.

Comentários:

1)      Somente haverá proibição para o pastor adentrar à um hospital se for expressamente proibida através de lei.

2)      O hospital deverá exibir a lei proibitiva.

Caso haja (o que atualmente não há) alguma lei proibitiva do pastor adentrar a qualquer hospital, estará essa lei infringindo norma Constitucional, portanto será, a referida lei, manifestamente inconstitucional, com base no artigo 5º, inciso VII, da Constituição Federal.


Artigo 5º, inciso VII, Constituição Federal.

“É assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva”.

Comentários:
1)      Neste dispositivo da constituição federal fica claro o direito constitucional de o Pastor adentrar aos hospitais para dar assistência religiosa.

2)      A Lei 9.982, de 14.7.2000, é o dispositivo de legislação infraconstitucional que regulamenta as visitas em hospitais.
Inclusive os hospitais militares estão obrigados a permitir a assistência religiosa.

Lei 9.982, de 14.7.2000.

Que regulamenta a assistência religiosa em hospitais. (segue abaixo a íntegra da Lei promulgada pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso):


LEI No 9.982, DE 14 DE JULHO DE 2000.

 

Dispõe sobre a prestação de assistência religiosa nas entidades hospitalares públicas e privadas, bem como nos estabelecimentos prisionais civis e militares.

        O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

        Art. 1o Aos religiosos de todas as confissões assegura-se o acesso aos hospitais da rede pública ou privada, bem como aos estabelecimentos prisionais civis ou militares, para dar atendimento religioso aos internados, desde que em comum acordo com estes, ou com seus familiares no caso de doentes que já não mais estejam no gozo de suas faculdades mentais.

      Parágrafo único. (VETADO)

        Art. 2o Os religiosos chamados a prestar assistência nas entidades definidas no art. 1o deverão, em suas atividades, acatar as determinações legais e normas internas  de cada instituição hospitalar ou penal, a fim de não pôr em risco as condições do paciente ou a segurança do ambiente hospitalar ou prisional.

        Art. 3o (VETADO)

        Art. 4o O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de noventa dias.
        Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 14 de julho de 2000; 179o da Independência e 112o da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
José Gregori
Geraldo Magela da Cruz Quintão
José Serra
Publicado no D.O. de 17.7.2000

Os direitos dos pastores darem assistência religiosa aos pacientes internados em hospitais particulares e públicos são assegurados pela Constituição Federal e por Lei ordinária.

Ficam ainda ressalvados os direitos dos próprios pacientes de receberem visitas que lhes interesse, independentemente de condição religiosa.

http://www.planalto.gov.br/Ccivil_03/LEIS/L9982.htm

 

 

 

ATENÇÃO! AVISO!

 CAPELÃO (Ã) E UM MINISTRO RELIGIOSO 

Autorizado por dispositivo Autorizado por dispositivo da lei federal, a prestar assistência religiosa e a realizar cultos religiosos em comunidades religiosas, conventos, colégios, universidades, hospitais, presídios, corporações militares e outras organizações. 

             

PROIBIR UM CAPELÃO DE PRESTAR ASSISTÊNCIA RELIGIOSA

A lei pune, com pena de dois até cinco anos de reclusão, além das multas, os crimes resultantes de discriminação religiosa ou preconceito de raça, de cor, etnia, religião ou procedência nacional, e desrespeito a Constituição Federal.

 

 

Leis que embasam a Atividade da Capelania no Brasil

Lei Federal: 6.923 Art. 5º Inciso VII

É assegurada nos termos da lei a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva (hospitais, presídios) – Constituição Federal de 1988

Lei Estadual: 4.622 – 18/10/2005

Art. 1º – Fica no poder executivo autorizado a criar nos hospitais públicos do estado do Rio de Janeiro o serviço voluntário de Capelania hospitalar, com vistas ao atendimento espiritual fraterno dos pacientes internados e seus familiares. (Governadora Rosinha Garotinho)

Lei 4.154 – 11/09/2003

Altera a Lei 2.994 – 30/06/1998

Art. 1º – Fica autorizado o ingresso de capelães nos hospitais e demais casas de saúde da rede estadual e privada de todos os crédos. (Gov. Rosinha Garotinho)

Lei Municipal: 775 – 12/1985

Autorizo o ingresso de Ministros Religiosos solicitados para prestarem assistência religiosa aos enfermos. (Prefeito Marcelo de Alencar).

 

Obrigado Senhor Jesus Cristo por mais esta honra.

Att. Pr. Rogério Costa

 

 

 

 

Estudo realizado por Pr. Rogério Costa

Caxias do Sul – 27/07/15

 

Ministério Igualdade Independente

www.ministerioigualdadeindependente.webnode.com.br

Projeto Plantar

www.projetoplantar.webnode.com

 

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Visitas,nos presidios e hospitais

Data: 03/08/2017 | De: Pr ribeiro

É o nosso dever fazermos estas visitas,uma alma custou caro,derramento de sangue na cruz

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